sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

ProUni - Como Funciona








1. Condições exigidas

Para concorrer a uma bolsa, o estudante deve participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), na edição imediatamente anterior ao processo seletivo do ProUni, e obter a nota mínima nesse exame, estabelecida pelo MEC. Deve, também, ter renda familiar de até três salários mínimos por pessoa, e satisfazer a uma das condições abaixo:
  • ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em escola privada com bolsa integral da instituição;
  • ter cursado o ensino médio parcialmente em escola pública e parcialmente em escola privada com bolsa integral da instituição;
  • ser pessoa com deficiência;
  • ser professor da rede pública de ensino básico, em efetivo exercício, integrando o quadro permanente da instituição, e estar concorrendo a vaga em curso de licenciatura, normal superior ou pedagogia. Neste caso, a renda familiar por pessoa não é considerada.

2. Como se dá a seleção

A seleção para a obtenção das bolsas se dá em três fases:
a) inscrição e pré-seleção pelo MEC: o estudante escolhe a modalidade de bolsa e até cinco opções de instituições de ensino superior, cursos, habilitações ou turnos dentre as disponíveis, conforme sua renda familiar per capita e sua adequação aos critérios do programa. Em seguida, o Sistema do ProUni (Sisprouni) classifica os estudantes, de acordo com as suas opções e as notas obtidas no Enem. A nota considerada pelo ProUni é a média aritmética das notas das provas de redação e de conhecimentos gerais do Enem, isto é, a soma das duas notas dividida por dois. São geradas, então, listagens públicas dos estudantes pré-selecionados em cada curso de cada instituição.
b) aferição das informações prestadas pelo candidato pelas instituições de ensino superior: os estudantes devem comparecer às instituições de ensino, de posse dos documentos que comprovem as informações prestadas em sua ficha de inscrição, conforme portaria do MEC que regulamenta cada processo seletivo.
c) seleção feita pelas instituições: os estudantes poderão ser encaminhados para eventuais processos seletivos próprios, feitos pelas respectivas instituições. Se aprovados, são inseridos no programa mediante a emissão do correspondente Termo de Concessão de Bolsa.
A reprovação do estudante em qualquer das etapas descritas implicará a pré-seleção em segunda chamada do estudante seguinte na listagem de classificação, observando-se, rigorosamente, a ordem das notas obtidas no Enem.

3. Aferição das informações

Cabe à instituição de ensino, na figura do coordenador do ProUni, a aferição dos documentos apresentados pelo candidato para a comprovação das informações prestadas em sua inscrição no programa. Para certificar-se da veracidade das informações prestadas, a instituição pode solicitar qualquer documentação julgada necessária.
Todos os dados informados pelo candidato na ficha de inscrição devem ser ratificados na fase de comprovação de informações. Tal procedimento visa à transparência, à justiça e à lisura da seleção realizada pelo ProUni, já que o objetivo principal do programa é conceder bolsas a candidatos comprovadamente necessitados.

4. Permanência no programa

Durante o curso, o bolsista do ProUni deverá apresentar aproveitamento acadêmico de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) nas disciplinas cursadas em cada período letivo, sob pena de encerramento da bolsa. Em caso de aproveitamento acadêmico insuficiente, o coordenador do ProUni poderá ouvir o responsável pela(s) disciplina(s) na(s) qual(is) houve reprovação e autorizar, por uma única vez, a continuidade da bolsa.

5. Vantagens para as instituições que aderirem

A adesão ao ProUni isenta as instituições de ensino superior do pagamento de quatro tributos: Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS). A isenção vale a partir da assinatura do Termo de Adesão e durante seu período de vigência (dez anos).

6. Critérios para a adesão de instituições

Há dois tipos de critérios: educacionais e fiscais.
O critério educacional estabelece que a instituição deverá estar regularmente autorizada a funcionar e seus cursos devem estar regularmente cadastrados junto ao Inep.
O critério fiscal exige que a instituição deverá apresentar regularidade fiscal aferida pelo MEC mediante consulta ao Cadastro Informativo de Créditos não quitados do Setor Público Federal (Cadin), previamente à autorização para adesão.

7. Preenchimento das bolsas

Esse processo passa pelas seguintes etapas:
a) Pré-seleção em primeira chamada, para os estudantes classificados de imediato, conforme suas opções de curso e suas notas no Enem.
b) Pré-seleção em segunda chamada, para os estudantes pré-selecionados para as bolsas não preenchidas em função da reprovação dos candidatos pré-selecionados em primeira chamada.
c) Bolsas remanescentes (aquelas não preenchidas durante o processo seletivo regular), preenchidas pelas próprias instituições, a partir dos mesmos critérios das demais bolsas do ProUni. Os estudantes são selecionados pela seguinte ordem: alunos das turmas iniciais, conforme a classificação no vestibular da instituição, e alunos dos outros períodos letivos, conforme seu desempenho acadêmico na instituição. Têm prioridade na ocupação das bolsas os estudantes professores da rede pública de ensino regularmente matriculados em cursos de licenciatura, normal superior e pedagogia.
d) As bolsas ainda assim não preenchidas são ofertadas novamente no próximo processo seletivo correspondente do ProUni, junto com as bolsas obrigatórias, determinadas pela legislação do programa.

8. Controle

Todos os procedimentos operacionais do ProUni são efetuados por meio de um sistema informatizado, o Sistema do ProUni (Sisprouni). O MEC tem capacidade para identificar em tempo real a situação de cada uma das instituições participantes do programa. Todo esse processo é eletrônico e via Internet, com um importante instrumento de controle: a certificação digital.

9. Relação entre o ProUni e Fies?

Há duas intersecções entre o ProUni e o Financiamento Estudantil (Fies). A primeira diz respeito à prioridade na distribuição dos recursos do Fies às instituições participantes do programa, conforme estabelece o art. 14 da Lei 11.096/05, que instituiu o ProUni. A segunda é a possibilidade de todos os bolsistas parciais de 50% contratarem junto ao Fies o financiamento de metade da parcela da mensalidade que não é coberta pela bolsa. As regras do Fies são as mesmas para todos os estudantes, bolsistas do ProUni ou não. Para que o bolsista do ProUni possa contratar financiamento, a instituição de ensino deve aderir a processo específico do Fies.

10. O ProUni e a formação de professores das escolas públicas

A bolsa do ProUni também é destinada a professores da rede pública de ensino, para os cursos de licenciatura, normal superior e pedagogia, destinados à formação do magistério da educação básica, independente dos limites de renda do programa. Nesse caso, os professores deverão estar no efetivo exercício do magistério da educação básica, integrando o quadro de pessoal permanente de instituição pública. A seleção é efetuada também por meio das notas no Enem, analogamente a qualquer vestibular.

11. Política de cotas na oferta das bolsas

O ProUni reserva, em processo seletivo, bolsas às pessoas com deficiência e aos autodeclarados pretos, pardos ou índios. O percentual de bolsas destinadas aos cotistas é igual àquele de cidadãos pretos, pardos e índios, por Unidade da Federação, segundo o último censo do IBGE. O candidato cotista também deve se enquadrar nos demais critérios de seleção do programa.

12. Bolsa-Permanência

O ProUni instituiu, em 2006, a Bolsa-Permanência, destinada a ajudar no custeio das despesas educacionais dos estudantes. É um benefício, de até R$ 300,00 mensais, concedido a estudantes com bolsa integral em utilização, matriculados em cursos presenciais com no mínimo seis semestres de duração e cuja carga horária média seja superior ou igual a seis horas diárias de aula, de acordo com os dados cadastrados pelas instituições de ensino no Sistema Integrado de Informações da Educação Superior (Siedsup), mantido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
O processo de seleção dos bolsistas aptos ao recebimento da Bolsa-Permanência é feito automaticamente pelo sistema informatizado do ProUni, no início de cada semestre, observada a disponibilidade orçamentária e financeira do Ministério da Educação.

Atena

Fonte:portal mec

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

EXEMPLO DE UM POVO SEM MEMÓRIA E DESPREPARADO:



Eleito com 56 votos, Renan Calheiros volta ao comando do Senado.

Senador do PMDB foi denunciado pela PGR e poderá ser réu em processo.
Com apoio da oposição, Pedro Taques teve 18 votos; quatro não votaram.


O Senado elegeu nesta sexta-feira (1º), com 56 votos, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) como presidente da Casa. Com isso, ele acumulará com o cargo a presidência do Congresso Nacional e presidirá as sessões conjuntas de deputados e senadores.
Indicado pelo PMDB, maior bancada do Senado, e alvo de denúncia da Procuradoria Geral da República, Renan assume pela terceira vez o comando do Legislativo - foi eleito pela primeira vez em fevereiro de 2005 e reconduzido em fevereiro de 2007.
Renan Calheiros retoma a Presidência da Casa após cinco anos. No final de 2007, ele deixou o cargo em meio a denúncias de que usou dinheiro de lobista para pagar pensão de uma filha fora do casamento. Absolvido pelo plenário, Renan continuou como senador e era, até agora, líder da bancada do PMDB no Senado.
Em razão dos mesmos fatos de 2007, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, denunciou o Renan ao Supremo Tribunal Federal (STF) na semana passada pelos crimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos. Se o Supremo aceitar a denúncia, Renan Calheiros será réu e responderá a processo criminal.
A denúncia enfraqueceu a candidatura do peemedebista, que perdeu apoio do PSDB e até do PSB, partido aliado do governo federal.  Mesmo assim, continuou como favorito ao cargo, já que contou com votos do PT, da maioria dos partidos da base aliada e dos peemedebistas, com exceção dos "independentes", que não costumam seguir orientação partidária.
O peemedebista disputou o posto com Pedro Taques (PDT-MT), que teve apoio de partidos da oposição e de senadores "independentes", Taques teve 18 votos. Dois senadores votaram em branco e dois senadores votaram nulo.
Renan vai substituir José Sarney (PMDB-AP) na presidência do Senado e do Congresso, tornando-se o terceiro na linha de sucessão para presidente da República, atrás apenas do vice-presidente da República e do presidente da Câmara dos Deputados.
Caberá a ele comandar sessões de votação, definir as pautas do plenário do Senado e do Congresso, além de convocar votações extraordinárias e dar posse aos senadores.  O presidente do Senado também preside a Mesa Diretora, que comanda as atividades da Casa, com orçamento de mais de R$ 3,5 bilhões e mais de 6,4 mil funcionários.
Uma das primeiras tarefas de Renan será resolver o impasse em torno da votação dos mais de 3 mil vetos presidenciais pendentes na pauta. No ano passado, em meio à pressão de parlamentares para derrubar o veto presidencial à Lei dos Royalties, o ministro Luiz Fux, do STF, determinou a votação cronológica dos mais de 3 mil vetos anteriores.
Além dos royalties do petróleo, estão na fila vetos ao projeto do novo Código Florestal, à lei que regulamenta os gastos em saúde e o que impediu o fim do fator previdenciário.
Outra tarefa do novo presidente de Senado e Congresso será comandar a votação do Orçamento de 2013, que prevê as receitas e despesas dos três poderes para o ano. A votação, que deveria ter ocorrido no ano passado, está prevista para ocorrer na próxima semana, quando termina o recesso legislativo.
Ao discursar antes da eleição, Renan comentou discursos de outros senadores sobre ética e disse que "a ética é dever de todos" no Senado.
“Alguns aqui falaram sobre ética e, seria até injusto com esse Senado, que aprovou celeremente, como nunca tão rapidamente outra matéria, a Lei da Ficha Limpa, demonstrando que esse é compromisso de todos nós. Eu queria lembrar que a ética não é objetivo em si mesmo. O objetivo em si mesmo é o Brasil, é o interesse nacional. A ética é meio, não é fim. A ética é dever de todos nós", disse Renan.
Mesa do Senado
Depois da eleição de Renan, o plenário do Senado aprovou a nova composição da Mesa:
Presidente: Renan Calheiros (PMDB-AL)
Primeiro vice-presidente: Jorge Viana (PT-AC)
Segundo vice-presidente: Romero Jucá (PMDB-RR)
Primeira secretaria: Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Segunda secretaria: Ângela Portela (PT-RR)
Terceira secretaria: Ciro Nogueira (PP-PI)
Quarta-secretaria: João Vicente (PTB-PI)
Os suplentes são Magno Malta (PR-ES), Casildo Maldaner (PMDB-SC), João Durval (PDT-BA) e Jayme Campos (DEM-MT).
Perfil
Formado em direito pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Renan Calheiros foi eleito deputado federal em 1982 pelo PMDB. Em 1994, assumiu o primeiro mandato como senador.
Em 1998, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1955-2002), foi escolhido para comandar o Ministério da Justiça, cargo que ocupou até 1999.
Reeleito senador em 2002, Renan Calheiros e o PMDB decidiram apoiar o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010). Em 2005 foi eleito presidente do Senado e do Congresso Nacional, cargo que deixou em 2007, acuado por processos que poderiam custar seu mandato.
Atualmente, o senador é investigado em inquérito no STF pelo suposto uso de notas fiscais frias para justificar, em 2007, que tinha renda para pagar a pensão da filha com a jornalista Mônica Velloso. O peemedebista apresentou as notas, referentes a suposta venda de bois, para se defender da suspeita de que a pensão era paga por um lobista de uma empreiteira. O escândalo levou à renúncia de Renan comando do Senado em 2007.
O mesmo escândalo que derrubou Renan Calheiros voltou aos jornais com a denúncia do procurador-geral, Roberto Gurgel.

**Por estas e outras precisamos de um povo forte culturalmente, lúcido, e efetivamente livre para sanar estas sandices...

Atena



EXEMPLO:


Aprovada na Fuvest aos 53 anos, advogada será 'bixete' do filho na USP

Lindamir Monteiro prestou geografia para complementar a carreira.
'Ele não quer me dizer qual vai ser o meu trote', afirmou a 'mãe-caloura'


A turma de calouros do curso de geografia da Universidade de São Paulo, no horário vespertino, terá uma "bixete" especial e já conhecida de um dos veteranos: a advogada Lindamir Monteiro de Silva, de 53 anos, foi aprovada na Fuvest 2013 nesta sexta-feira (1º) um ano depois de seu filho Kauê, de 20 anos, garantir a vaga no mesmo curso. "Ele não quer me dizer qual vai ser o meu trote", contou ela.
Lindamir, que passou 35 anos longe de matérias como física e biologia, conta que a aprovação na Fuvest veio como um presente --ela completa 54 anos na próxima terça-feira (5). Depois de 23 anos trabalhando como procuradora do Estado de São Paulo, Lindamir se aposentou em 2011 e, no ano seguinte, se matriculou no cursinho pré-vestibular para complementar sua carreira como advogada, que ela não considera ter terminado.
"Acho que posso até dar aulas, mas o diploma de geografia é complementar da minha profissão", explicou ela, que já atuou no setor da Procuradoria do Estado responsável pela área ambiental.
Na tarde desta sexta-feira, ela e a filha Inaê, de 17 anos, planejavam a comemoração do resultado, que já tem presença confirmada dos colegas da procuradoria. Mas a festa de aniversário continua agendada, e Lindamir vai celebrar com a família e os amigos, incluindo a única colega de cursinho mais velha que ela, candidata do curso de direito. "Eu tinha uma amiga mais velha, de 56 anos, uma médica, só que ela não passou", contou a advogada.
Lindamir optou pela turma vespertina do cursinho do Objetivo, na Avenida Paulista. No horário das 17h às 21h, os alunos não são divididos entre as grandes áreas (exatas, humanas e biológicas), e a caloura afirma que é "uma turma meio desacreditada". Segundo ela, a classe começa com quase 200, mas muitos acabam desistindo. "No final, os que foram para a segunda fase eram umas dez pessoas. Fui [às aulas] até a véspera da Fuvest."
A advogada explicou que não faltava às aulas, mas não estudava em casa todos os dias. Foram 35 anos longe dos livros do ensino médio: seu último vestibular fora em 1977, para uma faculdade de direito particular em Presidente Prudente, no interior paulista, onde morava. Por isso, sua maior dificuldade foi o reencontro com "essas matérias malucas como física, química e biologia". Muitas vezes, Lindamir diz que teve a impressão de nunca ter visto o conteúdo das disciplinas antes.
Na primeira fase, porém, ela fez 54 pontos na primeira fase, bem acima da nota de corte de 38 pontos. Ao sair da última prova da segunda fase, ela conta que promoveu uma pequena comemoração, tamanha a confiança na garantia de uma vaga. Mas, conforme se aproximava a data de divulgação da primeira chamada, a confiança foi substituída pela apreensão. "Você fica pensando... Será que passei? Sempre tem gente boa, e você nunca sabe", contou a advogada.
Quando a lista foi divulgada, ela preferiu pedir para a filha buscar seu nome. Inaê, que também prestou a Fuvest e passou para a segunda fase para arquitetura, não foi convocada na primeira chamada, mas comemorou a aprovação da mãe.

Atena

AVALIAÇÃO DE RECLASSIFICAÇÃO


A lei prevê uma avaliação de competências, ( mesmo no EJA/ supletivo) de reclassificação,  em meados dos meses de março/abril, realizando esta avaliação ( que é direito do aluno), sendo aprovada nesta avaliação, você será reclassificada para o 3º ano.
Fiquem atentos, uma vez que embora seja prevista em lei, dever da escola e direito do aluno, nem todas as escolas aplicam esta avaliação...
Caso isto ocorra, você ( dentro do período que citei acima), solicitar por escrito à escola, dirigido à direção da escola ( protocole este requerimento= tire uma Xerox e peça , ao entregar o requerimento, para quem receber na escola assinar e datar a Xerox que deverá ficar com você.A escola tem 10 dias úteis para responder ( por escrito) , se por ventura não resolver, faça outro requerimento à diretoria de ensino ao supervisor de ensino por escrito ( também protocole); entregue desta vez a cópia de seu requerimento à escola, a cópia da resposta da escola e o requerimento à diretoria de ensino.

Com certeza, através destes passos, sempre documentado, terá a oportunidade de realizar a avaliação e reclassificação e já irá ( estudem por favor rsrsr), para a conclusão de seu ensino médio com qualidade.

Se eu puder se útil em algo mais, estarei à disposição:

https://www.facebook.com/pages/Eu-t%C3%B4-voltando-para-a-escola/226357290817787

Atena

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O HISTÓRICO ESCOLAR É EMITIDO NA HORA?


Infelizmente a resposta é não; entretanto você terá um 

protocolo desta solicitação que é válida para efeitos de 

matricula e cursos, mantenha-o em seu poder...
A lei prevê de 30 a 40 dias para entrega efetiva de 

documentação de alunos, exceto nos casos em a 

documentação já está pronta; em casos de históricos 

antigos , é muito provável que já esteja pronta.

O Histórico que não tem prazo de validade,  é sempre o 

emitido pela última escola do educando.


Atena

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Seu trabalho está ruim?






Atena

Amizade : Você pode confiar?



Neste lugar nasceu uma linda árvore que jamais seria cortada.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito…
Siga sempre o seu coração e não se deixe influenciar… Não vale a pena…

Atena

sábado, 19 de janeiro de 2013

Com início das aulas, redobre atenção com o banco de horas e atividades extras





Definida a carga horária para o novo período letivo, os 

professores devem voltar ao trabalho atentos ao respeito à 

sua jornada. Isso porque qualquer atividade realizada fora 

do horário contratual tem que ser remunerada como hora 

extra.

A atenção deve ser redobrada especialmente com a entrega 

do calendário escolar, agora no início das aulas, pois ele 

deve conter todas as atividades extras – tais como feiras, 

festas, viagens - previstas na instituição para o período. O 

que estiver fora do contrato deverá ser pago como trabalho 

extraordinário.

O SINDICATO DOS PROFESSORES-SP já ressaltou em outras 

ocasiões e volta a insistir: ao contrário de outros 

profissionais, os professores não podem estender sua carga 

horária. Não é possível ministrar uma aula a mais ou 

aumentar a duração de um período; dessa forma, não há 

meios para que o “banco de horas” exista. Aliás, tal prática é 

irregular, pois não está prevista em qualquer acordo entre o 

Sindicato e os representantes patronais.


Muitas instituições de ensino convocam os professores para 

comparecem em atividades complementares aos finais de 

semana, ou em horários que não foram acordados, em 

contrato e usam o banco de horas como desculpa para não 

realizarem o pagamento correto das horas em que o 

docente esteve à disposição da escola. Até mesmo as 

emendas de feriados são utilizadas como justificativa para 

convocações absurdas.


Fique atento! Em caso de dúvida, entre em contato com 

COM SEU SINDICATO IMEDIATAMENTE!



Atena

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Condições precárias, falta de material resulta nisto:



Professora de Curitiba imprime prova no verso de exame de urina



Caso aconteceu na Escola Estadual Emilio de Menezes.
Mãe de aluno diz que todos os anos o colégio pede 200 folhas aos alunos.


Prova de português foi aplicada a aluno da sétima série (Foto: Reprodução)





Uma professora da Escola Estadual Emilio de Menezes, em Curitiba, entregou a um dos alunos uma prova impressa no verso de um exame de urina. A prova de português foi aplicada ao aluno da sétima série do ensino fundamental, em outubro.
A mãe do garoto, que preferiu não se identificar, diz que ficou revoltada quando viu a folha de papel utilizada para a impressão da prova. “Todo começo de ano, pedem 200 folhas de papel para ficar na escola e outras 50 para andar com ele. Até ele ficou indignado quando viu”, conta. Conforme a mulher, esta foi a primeira vez que algo assim aconteceu e que, pelos relatos do filho, não é uma prática de outras professoras.
O garoto de 13 anos foi matriculado nessa escola em 2011. A mãe diz que decidiu matricular o filho por indicação do colégio anterior onde ele estudava. “Eu nem conhecia a escola, eles indicaram porque ficava mais perto de casa e me disseram que era um bom colégio”, lembra.
G1 tentou entrar em contato com a professora que aplicou a prova, mas ela não respondeu às ligações. Uma funcionária do colégio, que também não quis se identificar, informou que ela tem o hábito de utilizar folhas de rascunho da secretaria para imprimir atividades para os alunos.
A Secretaria de Estado da Educação também foi procurada. Em nota, a SEED lamentou o fato e disse que não há qualquer orientação para que as escolas adotem esse tipo de prática. Quanto à compra material escolar, a secretaria informou que os pais não podem ser obrigados a contribuir. Qualquer contribuição deve ser feita apenas de forma voluntária.
Leia abaixo a íntegra da nota da Secretaria de Educação do Paraná:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
A Secretaria de Estado da Educação lamenta o fato de um aluno ter recebido uma avaliação impressa no verso de um exame laboratorial de saúde. Nunca houve qualquer orientação para que as escolas adotem esse tipo de procedimento, apesar da reciclagem ser uma prática louvável.
Quanto à lista de material que as escolas costumam solicitar aos pais dos alunos no início do ano letivo, a Secretaria lembra a comunidade de que nenhuma família pode ser obrigada a cooperar com a compra materiais de uso comum. Qualquer contribuição apenas pode ser feita de forma voluntária.
Apenas em 2012, as escolas paranaenses receberam R$ 80 milhões do Governo do Estado, via Fundo Rotativo, para a compra de material de expediente.
*** Antes de cômico, é trágico: 
Vejamos, a professora deveria ter condições de fazer suas impressões de avaliações e afins NA ESCOLA COM MATERIAL FORNECIDO PELA MESMA;
É prova de que tudo é na educação é culpa do professor ou das péssimas condições que dribla para trabalhar:
Quantos de nós professores ficamos sem papel para a impressão sem TER ONDE COMPRAR COM O NOSSO DINHEIRO, QUE JAMAIS É REPOSTO, POIS É NOSSA OBRIGAÇÃO?
Absurdo são nossas vergonhosas condições de trabalho...
Atena

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

SÍMBOLOS DE PROTEÇÃO PEDRAS, BAGUÁ, BUDA...



A sensação de estar mais protegido do mundo lá fora é o que leva muita gente a cultivar objetos que materializam boas energias. Não importa se são símbolos católicos, budistas, hindus ou místicos, como cristais, olho-grego e o bá gua*. O que vale é acreditar no poder que eles têm. “Esses talismãs emitem um campo de energia positiva, mas só são ativados se quem os utiliza tiver fé”, diz a especialista em Feng Shui Lógico, Stela Vecchi. 

A fé nos objetos espirituais, contudo, não precisa estar necessariamente ligada à religiosidade. Para Hortência Del Bianco, consultora da mesma técnica chinesa, a proteção proporcionada por um símbolo independe de religião. “A pessoa pode gostar de anjos e não ser católica.  Ou usar a figura do Buda, que simboliza prosperidade, sem ser budista. O mais importante é a adoração da imagem que escolhemos manter na nossa casa ou ambiente de trabalho”, afirma. 

Para a escritora e autora do site Canto do Feng Shui, Cristina Ventura,
é comum, principalmente aqui no Brasil, encontrar pessoas com o costume de combinar elementos de diferentes crenças. “Há quem goste de ter em casa estátuas de Buda e São Jorge, Nossa Senhora e Iemanjá. Já alguns misturam imagens de Jesus e de deuses indianos. E outros utilizam objetos, como cristais de quartzo, velas e água benta, que aludem a terra, o fogo e a água, para trazer harmonia”, conta.

Segundo Cristina, os símbolos podem ser reunidos num canto da casa dedicado à espiritualidade. Já no trabalho, os amuletos escolhidos devem ser mantidos no lado direito da mesa ou computador. “Todas as representações são válidas desde que a mensagem transmitida por elas estimule pensamentos positivos. Visualizar as imagens é uma forma de nos lembrarmos da importância de acreditar na vida e de que é preciso confiar que as coisas podem melhorar sempre”.  

Veja o porquê alguns objetos são ideais para trazer proteção, segundo Stela Vecchi

*Ba guá – Figura geométrica octogonal, que significa oito lados na língua chinesa, é considerado um dos principais instrumentos do Feng Shui. Ele representa a força da natureza e seus ciclos, as estações do ano, com as características energéticas de cada fase. Como símbolo de proteção, deve ser colocado sobre a porta de entrada da casa com um espelho no centro. “Funciona como um filtro de energias, deixando entrar somente as benéficas, e também como símbolo de harmonia e prosperidade”.
Crucifixo – Desde os celtas, a cruz é um dos símbolos de proteção mais poderosos contra o mal. Os seus quatro braços significam as quatro direções, Norte, Sul, Leste e Oeste que apontam para povos de lugares diferentes unidos pelo centro. “Temos a ideia de cruz como sinônimo de sofrimento, mas na verdade a cruz foi escolhida por Jesus por ser símbolo de união e amor”.
Olho-grego – Simboliza um olho que tudo vê com objetivo de repelir o mal. O tom azul simboliza proteção. Também é conhecido como olho-turco e muito usado na Turquia, onde é conhecido pelo nome de nazar boncuk. Pode ser usado apontando para a porta de entrada ou sobre a mesa de trabalho e ainda na carteira ou em bijuterias.
VelasElas proporcionam fogo e luz e têm o poder de transcender a claridade do espaço remetendo à iluminação espiritual. A vela da prosperidade tem a cor amarela e as de formato quadrado podem proporcionar solidez material e estabilidade financeira.
Cristais ou Pedras – Desde os tempos mais remotos, os cristais e as pedras já eram utilizados nos processos de cura e equilíbrio do corpo, mente e alma. “A energia irradiada é uma composição dos elementos da natureza e das radiações vibracionais” Cada pedra possui características próprias conforme seu tamanho e coloração. O cristal de quartzo ou transparente, por exemplo, transmite lucidez; o quartzo rosa simboliza o amor; o quartzo verde, cura emocional e física; e a turmalina negra repele a negatividade se usada no lado esquerdo do corpo. 

Atena

Seja Bem Vindo

EDUCAÇÃO, INFORMAÇÕES,ATUALIDADES, DICAS,TECNOLOGIA: SUAS DIFICULDADES , NOVIDADES E SISTEMAS DE SEGURANÇA DIGITAIS,INTERNET,REDES SOCIAIS, COMPUTADORES SOFTWARES ÚTEIS e MUITA, MUITA LÍNGUA MATERNA
Espero sinceramente ser útil a você.

Muita Luz e Paz!

Professora Simone Calixto