ADVÉRBIO MODIFICANDO UM VERBO OU ADJETIVO
Ocorre quando o advérbio modifica um verbo ou um adjetivo acrescentando a eles uma circunstância. Por circunstância entende-se qualquer particularidade que determina um fato, ampliando a informação nele contida.
Ex.: Antônio construiu seu arraial popular ali.
Estradas tão ruins.
ADVÉRBIO MODIFICANDO OUTRO ADVÉRBIO
Ocorre quando o advérbio modifica um adjetivo ou outro advérbio, geralmente intensificando o significado.
Ex.: Grande parte da população adulta lê muito mal
ADVÉRBIO MODIFICANDO UMA ORAÇÃO INTEIRA
Ocorre quando o advérbio está modificando o grupo formado por todos os outros elementos da oração, indicando uma circunstância.
Ex.:Lamentavelmente o Brasil ainda tem 19 milhões de analfabetos.
Locução Adverbial
É um conjunto de palavras que pode exercer a função de advérbio.
Ex.: De modo algum irei lá.
TIPOS DE ADVÉRBIOS
DE MODO: Ex.:Sei muito BEM que ninguém deve passar atestado da virtude alheia.
Bem, mal, assim, adrede, melhor, pior, depressa, acinte, debalde,devagar, ás pressas, às claras, às cegas, à toa, à vontade, às escondas, aos poucos, desse jeito, desse modo, dessa maneira, em geral, frente a frente, lado a lado, a pé, de cor, em vão e a maior parte dos que terminam em -mente:calmamente, tristemente, propositadamente, pacientemente, amorosamente, docemente, escandalosamente, bondosamente, generosamente
DE INTENSIDADE: Ex.:Acho que, por hoje, você já ouviu BASTANTE.
Muito, demais, pouco, tão, menos, em excesso, bastante, pouco, mais, menos, demasiado, quanto, quão, tanto, assaz, que(equivale a quão), tudo, nada, todo, quase, de todo, de muito, por completo,bem (quando aplicado a propriedades graduáveis)
DE TEMPO: Ex.: Leia e depois me diga QUANDO pode sair na gazeta.
Hoje, logo, primeiro, ontem, tarde outrora, amanhã, cedo, dantes, depois, ainda, antigamente, antes, doravante, nunca, então, ora, jamais, agora, sempre, já, enfim, afinal, amiúde, breve, constantemente, entrementes, imediatamente, primeiramente, provisoriamente, sucessivamente, às vezes, à tarde, à noite, de manhã, de repente, de vez em quando, de quando em quando, a qualquer momento, de tempos em tempos, em breve, hoje em dia
DE LUGAR: Ex.: A senhora sabe AONDE eu posso encontrar esse pai-de-santo?
Aqui, antes, dentro, ali, adiante, fora, acolá, atrás, além, lá, detrás, aquém, cá, acima, onde, perto, aí, abaixo, aonde, longe, debaixo, algures, defronte, nenhures, adentro, afora, alhures, nenhures, aquém, embaixo, externamente, a distancia, à distancia de, de longe, de perto, em cima, à direita, à esquerda, ao lado, em volta
DE NEGAÇÃO :Ex.: DE MODO ALGUM irei lá
Não, nem, nunca, jamais, de modo algum, de forma nenhuma, tampouco, de jeito nenhum
DE DÚVIDA: Ex.: TALVEZ ela volte hoje
Acaso, porventura, possivelmente, provavelmente, quiçá, talvez, casualmente, por certo, quem sabe
DE AFIRMAÇÃO: Ex.: REALMENTE eles sumiram
Sim, certamente, realmente, decerto, efetivamente, certo, decididamente, realmente, deveras, indubitavelmente
DE EXCLUSÃO:
Apenas, exclusivamente, salvo, senão, somente, simplesmente, só, unicamente
DE INCLUSÃO:
Ex.: Emocionalmente o indivíduo TAMBÉM amadurece durante a adolescência. Ainda, até, mesmo, inclusivamente, também
DE ORDEM:
Depois, primeiramente, ultimamente
DE DESIGNAÇÃO: Eis
DE INTERROGAÇÃO:
Ex.: E então?QUANDO é que embarca?
onde?(lugar), como?(modo), quando?(tempo), porque?(causa), quanto?(preço e intensidade), para que?(finalidade
Palavras Denotativas
Há, na língua portuguesa, uma série de palavras que se assemelham a advérbios. A Nomenclatura Gramatical Brasileira não faz nenhuma classificação especial para essas palavras, por isso elas são chamadas simplesmente de palavras denotativas.
ADIÇÃO: Ex.: Comeu tudo e ainda queria mais
Ainda, além disso
AFASTAMENTO: Ex.: Foi embora daqui.
embora
AFETIVIDADE: Ex.: Ainda bem que passei de ano
Ainda bem, felizmente, infelizmente
APROXIMAÇÃO:
quase, lá por, bem, uns, cerca de, por volta de
DESIGNAÇÃO: Ex.: Eis nosso novo carro
eis
EXCLUSÃO: Ex.: Todos irão, menos ele.
Apenas, salvo, menos, exceto, só, somente, exclusive, sequer, senão,
EXPLICAÇÃO: Ex.: Viajaremos em julho, ou seja, nas férias.
isto é, por exemplo, a saber, ou seja
INCLUSÃO: Ex.: Até ele irá viajar.
Até, inclusive, também, mesmo, ademais
LIMITAÇÃO: Ex.: Apenas um me respondeu.
só, somente, unicamente, apenas
REALCE: Ex.: E você lá sabe essa questão?
é que, cá, lá, não, mas, é porque, só, ainda, sobretudo.
RETIFICAÇÃO: Ex.: Somos três, ou melhor, quatro
aliás, isto é, ou melhor, ou antes
SITUAÇÃO: Ex.: Afinal, quem perguntaria a ele?
então, mas, se, agora, afinal
Grau dos Advérbios
Os advérbios, embora pertençam à categoria das palavras invariáveis, podem apresentar variações com relação ao grau. Além do grau normal, o advérbio pode-se apresentar no grau comparativo e no superlativo.
- GRAU COMPARATIVO: quando a circunstância expressa pelo advérbio aparece em relação de comparação. O advérbio não é flexionado no grau comparativo. Para indicar esse grau utilizam as formas tão…quanto, mais…que, menos…que. Pode ser:
=> comparativo de igualdade:
Ex.; Chegarei tão cedo quanto você.
=>comparativo de superioridade:
Ex.: Chegarei mais cedo que você.
=>comparativo de inferioridade:
Ex.: Chegaremos menos cedo que você.
- GRAU SUPERLATIVO: nesse caso, a circunstancia expressa pelo advérbio aparecerá intensificada. O grau superlativo do advérbio pode ser formado tanto pelo processo sintético (acréscimo de sufixo), como pelo processo analítico (outro advérbio estará indicando o grau superlativo).
=>superlativo (ou absoluto) sintético: formado com o acréscimo de sufixo.
Ex.:Cheguei tardíssimo.
=>superlativo (ou absoluto) analítico: expresso com o auxilio de um advérbio de intensidade.
Ex.:Cheguei muito tarde.
Observações:
=>Quando se empregam dois ou mais advérbios terminados em –mente, pode-se acrescentar o sufixo apenas no ultimo.
Ex.: Nada omitiu de seu pensamento; falou clara, franca e nitidamente.
=>Quando se quer realçar o advérbio, pode-se antecipá-lo.
Ex.: Imediatamente convoquei os alunos.
Atena
Educação Ensinos Fundamentais, Médio Universitário. APOIO PSICOPEDAGÓGICO E METODOLÓGICO e DIDÁTICO PEDAGÓGICO A PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESTUDANTES, PAIS. DIVERSIDADE DE livros , artigos, LEGISLAÇÃO, DIDÁTICO e concursos. Professora Psicopedagoga Clínica Institucional Simonne Machado. Atendimento on line: fan page Eu tô voltando para a escola @Simonne_Machado
domingo, 10 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
ProUni - Como Funciona
1. Condições exigidas
Para concorrer a uma bolsa, o estudante deve participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), na edição imediatamente anterior ao processo seletivo do ProUni, e obter a nota mínima nesse exame, estabelecida pelo MEC. Deve, também, ter renda familiar de até três salários mínimos por pessoa, e satisfazer a uma das condições abaixo:
- ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em escola privada com bolsa integral da instituição;
- ter cursado o ensino médio parcialmente em escola pública e parcialmente em escola privada com bolsa integral da instituição;
- ser pessoa com deficiência;
- ser professor da rede pública de ensino básico, em efetivo exercício, integrando o quadro permanente da instituição, e estar concorrendo a vaga em curso de licenciatura, normal superior ou pedagogia. Neste caso, a renda familiar por pessoa não é considerada.
2. Como se dá a seleção
A seleção para a obtenção das bolsas se dá em três fases:
a) inscrição e pré-seleção pelo MEC: o estudante escolhe a modalidade de bolsa e até cinco opções de instituições de ensino superior, cursos, habilitações ou turnos dentre as disponíveis, conforme sua renda familiar per capita e sua adequação aos critérios do programa. Em seguida, o Sistema do ProUni (Sisprouni) classifica os estudantes, de acordo com as suas opções e as notas obtidas no Enem. A nota considerada pelo ProUni é a média aritmética das notas das provas de redação e de conhecimentos gerais do Enem, isto é, a soma das duas notas dividida por dois. São geradas, então, listagens públicas dos estudantes pré-selecionados em cada curso de cada instituição.
b) aferição das informações prestadas pelo candidato pelas instituições de ensino superior: os estudantes devem comparecer às instituições de ensino, de posse dos documentos que comprovem as informações prestadas em sua ficha de inscrição, conforme portaria do MEC que regulamenta cada processo seletivo.
c) seleção feita pelas instituições: os estudantes poderão ser encaminhados para eventuais processos seletivos próprios, feitos pelas respectivas instituições. Se aprovados, são inseridos no programa mediante a emissão do correspondente Termo de Concessão de Bolsa.
A reprovação do estudante em qualquer das etapas descritas implicará a pré-seleção em segunda chamada do estudante seguinte na listagem de classificação, observando-se, rigorosamente, a ordem das notas obtidas no Enem.
3. Aferição das informações
Cabe à instituição de ensino, na figura do coordenador do ProUni, a aferição dos documentos apresentados pelo candidato para a comprovação das informações prestadas em sua inscrição no programa. Para certificar-se da veracidade das informações prestadas, a instituição pode solicitar qualquer documentação julgada necessária.
Todos os dados informados pelo candidato na ficha de inscrição devem ser ratificados na fase de comprovação de informações. Tal procedimento visa à transparência, à justiça e à lisura da seleção realizada pelo ProUni, já que o objetivo principal do programa é conceder bolsas a candidatos comprovadamente necessitados.
4. Permanência no programa
Durante o curso, o bolsista do ProUni deverá apresentar aproveitamento acadêmico de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) nas disciplinas cursadas em cada período letivo, sob pena de encerramento da bolsa. Em caso de aproveitamento acadêmico insuficiente, o coordenador do ProUni poderá ouvir o responsável pela(s) disciplina(s) na(s) qual(is) houve reprovação e autorizar, por uma única vez, a continuidade da bolsa.
5. Vantagens para as instituições que aderirem
A adesão ao ProUni isenta as instituições de ensino superior do pagamento de quatro tributos: Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS). A isenção vale a partir da assinatura do Termo de Adesão e durante seu período de vigência (dez anos).
6. Critérios para a adesão de instituições
Há dois tipos de critérios: educacionais e fiscais.
O critério educacional estabelece que a instituição deverá estar regularmente autorizada a funcionar e seus cursos devem estar regularmente cadastrados junto ao Inep.
O critério fiscal exige que a instituição deverá apresentar regularidade fiscal aferida pelo MEC mediante consulta ao Cadastro Informativo de Créditos não quitados do Setor Público Federal (Cadin), previamente à autorização para adesão.
7. Preenchimento das bolsas
Esse processo passa pelas seguintes etapas:
a) Pré-seleção em primeira chamada, para os estudantes classificados de imediato, conforme suas opções de curso e suas notas no Enem.
b) Pré-seleção em segunda chamada, para os estudantes pré-selecionados para as bolsas não preenchidas em função da reprovação dos candidatos pré-selecionados em primeira chamada.
c) Bolsas remanescentes (aquelas não preenchidas durante o processo seletivo regular), preenchidas pelas próprias instituições, a partir dos mesmos critérios das demais bolsas do ProUni. Os estudantes são selecionados pela seguinte ordem: alunos das turmas iniciais, conforme a classificação no vestibular da instituição, e alunos dos outros períodos letivos, conforme seu desempenho acadêmico na instituição. Têm prioridade na ocupação das bolsas os estudantes professores da rede pública de ensino regularmente matriculados em cursos de licenciatura, normal superior e pedagogia.
d) As bolsas ainda assim não preenchidas são ofertadas novamente no próximo processo seletivo correspondente do ProUni, junto com as bolsas obrigatórias, determinadas pela legislação do programa.
8. Controle
Todos os procedimentos operacionais do ProUni são efetuados por meio de um sistema informatizado, o Sistema do ProUni (Sisprouni). O MEC tem capacidade para identificar em tempo real a situação de cada uma das instituições participantes do programa. Todo esse processo é eletrônico e via Internet, com um importante instrumento de controle: a certificação digital.
9. Relação entre o ProUni e Fies?
Há duas intersecções entre o ProUni e o Financiamento Estudantil (Fies). A primeira diz respeito à prioridade na distribuição dos recursos do Fies às instituições participantes do programa, conforme estabelece o art. 14 da Lei 11.096/05, que instituiu o ProUni. A segunda é a possibilidade de todos os bolsistas parciais de 50% contratarem junto ao Fies o financiamento de metade da parcela da mensalidade que não é coberta pela bolsa. As regras do Fies são as mesmas para todos os estudantes, bolsistas do ProUni ou não. Para que o bolsista do ProUni possa contratar financiamento, a instituição de ensino deve aderir a processo específico do Fies.
10. O ProUni e a formação de professores das escolas públicas
A bolsa do ProUni também é destinada a professores da rede pública de ensino, para os cursos de licenciatura, normal superior e pedagogia, destinados à formação do magistério da educação básica, independente dos limites de renda do programa. Nesse caso, os professores deverão estar no efetivo exercício do magistério da educação básica, integrando o quadro de pessoal permanente de instituição pública. A seleção é efetuada também por meio das notas no Enem, analogamente a qualquer vestibular.
11. Política de cotas na oferta das bolsas
O ProUni reserva, em processo seletivo, bolsas às pessoas com deficiência e aos autodeclarados pretos, pardos ou índios. O percentual de bolsas destinadas aos cotistas é igual àquele de cidadãos pretos, pardos e índios, por Unidade da Federação, segundo o último censo do IBGE. O candidato cotista também deve se enquadrar nos demais critérios de seleção do programa.
12. Bolsa-Permanência
O ProUni instituiu, em 2006, a Bolsa-Permanência, destinada a ajudar no custeio das despesas educacionais dos estudantes. É um benefício, de até R$ 300,00 mensais, concedido a estudantes com bolsa integral em utilização, matriculados em cursos presenciais com no mínimo seis semestres de duração e cuja carga horária média seja superior ou igual a seis horas diárias de aula, de acordo com os dados cadastrados pelas instituições de ensino no Sistema Integrado de Informações da Educação Superior (Siedsup), mantido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
O processo de seleção dos bolsistas aptos ao recebimento da Bolsa-Permanência é feito automaticamente pelo sistema informatizado do ProUni, no início de cada semestre, observada a disponibilidade orçamentária e financeira do Ministério da Educação.
Atena
Fonte:portal mec
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
EXEMPLO DE UM POVO SEM MEMÓRIA E DESPREPARADO:
Eleito com 56 votos, Renan Calheiros volta ao comando do Senado.
Senador do PMDB foi
denunciado pela PGR e poderá ser réu em processo.
Com
apoio da oposição, Pedro Taques teve 18 votos; quatro não votaram.
O
Senado elegeu nesta sexta-feira (1º), com 56 votos, o senador Renan Calheiros
(PMDB-AL) como presidente da Casa. Com isso, ele acumulará com o cargo a
presidência do Congresso Nacional e presidirá as sessões conjuntas de deputados
e senadores.
Indicado pelo PMDB, maior bancada do Senado, e alvo de denúncia
da Procuradoria Geral da República, Renan assume pela terceira vez o comando do
Legislativo - foi eleito pela primeira vez em fevereiro de 2005 e reconduzido
em fevereiro de 2007.
Renan
Calheiros retoma a Presidência da Casa após cinco anos. No final de 2007, ele
deixou o cargo em meio a denúncias de que usou dinheiro de lobista para pagar
pensão de uma filha fora do casamento. Absolvido pelo plenário, Renan continuou
como senador e era, até agora, líder da bancada do PMDB no Senado.
Em razão dos mesmos fatos de 2007, o procurador-geral da
República, Roberto Gurgel, denunciou o Renan ao Supremo Tribunal Federal (STF)
na semana passada pelos crimes de peculato, falsidade ideológica e uso de
documentos falsos. Se o Supremo aceitar a denúncia, Renan Calheiros será réu e
responderá a processo criminal.
A denúncia enfraqueceu a candidatura do peemedebista, que perdeu
apoio do PSDB e até do PSB, partido aliado do governo federal. Mesmo
assim, continuou como favorito ao cargo, já que contou com votos do PT, da
maioria dos partidos da base aliada e dos peemedebistas, com exceção dos
"independentes", que não costumam seguir orientação partidária.
O peemedebista disputou o posto com Pedro Taques (PDT-MT), que
teve apoio de partidos da oposição e de senadores "independentes",
Taques teve 18 votos. Dois senadores votaram em branco e dois senadores votaram
nulo.
Renan
vai substituir José Sarney (PMDB-AP) na presidência do Senado e do Congresso,
tornando-se o terceiro na linha de sucessão para presidente da República, atrás
apenas do vice-presidente da República e do presidente da Câmara dos Deputados.
Caberá a ele comandar sessões de votação, definir as pautas do
plenário do Senado e do Congresso, além de convocar votações extraordinárias e
dar posse aos senadores. O presidente do Senado também preside a Mesa
Diretora, que comanda as atividades da Casa, com orçamento de mais de R$ 3,5
bilhões e mais de 6,4 mil funcionários.
Uma das primeiras tarefas de Renan será resolver o impasse em
torno da votação dos mais de 3 mil vetos presidenciais pendentes na pauta. No
ano passado, em meio à pressão de parlamentares para derrubar o veto
presidencial à Lei dos Royalties, o ministro Luiz Fux, do STF, determinou a
votação cronológica dos mais de 3 mil vetos anteriores.
Além dos royalties do petróleo, estão na fila vetos ao projeto
do novo Código Florestal, à lei que regulamenta os gastos em saúde e o que
impediu o fim do fator previdenciário.
Outra
tarefa do novo presidente de Senado e Congresso será comandar a votação do
Orçamento de 2013, que prevê as receitas e despesas dos três poderes para o
ano. A votação, que deveria ter ocorrido no ano passado, está prevista para
ocorrer na próxima semana, quando termina o recesso legislativo.
Ao discursar antes da eleição, Renan comentou discursos de
outros senadores sobre ética e disse que "a ética é dever de todos"
no Senado.
“Alguns aqui falaram sobre ética e, seria até injusto com esse
Senado, que aprovou celeremente, como nunca tão rapidamente outra matéria, a
Lei da Ficha Limpa, demonstrando que esse é compromisso de todos nós. Eu queria
lembrar que a ética não é objetivo em si mesmo. O objetivo em si mesmo é o
Brasil, é o interesse nacional. A ética é meio, não é fim. A ética é dever de
todos nós", disse Renan.
Mesa do Senado
Depois da eleição de Renan, o plenário do Senado aprovou a nova composição da Mesa:
Depois da eleição de Renan, o plenário do Senado aprovou a nova composição da Mesa:
Presidente: Renan Calheiros (PMDB-AL)
Primeiro vice-presidente: Jorge Viana (PT-AC)
Segundo vice-presidente: Romero Jucá (PMDB-RR)
Primeira secretaria: Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Segunda secretaria: Ângela Portela (PT-RR)
Terceira secretaria: Ciro Nogueira (PP-PI)
Quarta-secretaria: João Vicente (PTB-PI)
Primeiro vice-presidente: Jorge Viana (PT-AC)
Segundo vice-presidente: Romero Jucá (PMDB-RR)
Primeira secretaria: Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Segunda secretaria: Ângela Portela (PT-RR)
Terceira secretaria: Ciro Nogueira (PP-PI)
Quarta-secretaria: João Vicente (PTB-PI)
Os suplentes são Magno Malta (PR-ES), Casildo Maldaner
(PMDB-SC), João Durval (PDT-BA) e Jayme Campos (DEM-MT).
Perfil
Formado em direito pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Renan Calheiros foi eleito deputado federal em 1982 pelo PMDB. Em 1994, assumiu o primeiro mandato como senador.
Formado em direito pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Renan Calheiros foi eleito deputado federal em 1982 pelo PMDB. Em 1994, assumiu o primeiro mandato como senador.
Em 1998, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso
(1955-2002), foi escolhido para comandar o Ministério da Justiça, cargo que
ocupou até 1999.
Reeleito senador em 2002, Renan Calheiros e o PMDB decidiram
apoiar o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010). Em
2005 foi eleito presidente do Senado e do Congresso Nacional, cargo que deixou
em 2007, acuado por processos que poderiam custar seu mandato.
Atualmente, o senador é investigado em inquérito no STF pelo
suposto uso de notas fiscais frias para justificar, em 2007, que tinha renda
para pagar a pensão da filha com a jornalista Mônica Velloso. O peemedebista
apresentou as notas, referentes a suposta venda de bois, para se defender da
suspeita de que a pensão era paga por um lobista de uma empreiteira. O
escândalo levou à renúncia de Renan comando do Senado em 2007.
O mesmo escândalo que derrubou Renan Calheiros voltou aos
jornais com a denúncia do procurador-geral, Roberto Gurgel.
**Por estas e outras precisamos de um povo forte culturalmente, lúcido, e efetivamente livre para sanar estas sandices...
Atena
EXEMPLO:
Aprovada na Fuvest aos 53 anos, advogada será 'bixete' do filho na USP
Lindamir Monteiro
prestou geografia para complementar a carreira.
'Ele
não quer me dizer qual vai ser o meu trote', afirmou a 'mãe-caloura'
A turma
de calouros do curso de geografia da Universidade de São Paulo, no horário
vespertino, terá uma "bixete" especial e já conhecida de um dos
veteranos: a advogada Lindamir Monteiro de Silva, de 53 anos, foi aprovada na
Fuvest 2013 nesta sexta-feira (1º) um ano depois de seu filho Kauê, de 20 anos,
garantir a vaga no mesmo curso. "Ele não quer me dizer qual vai ser o meu
trote", contou ela.
Lindamir, que passou 35 anos longe de matérias como física e
biologia, conta que a aprovação na Fuvest veio como um presente --ela completa
54 anos na próxima terça-feira (5). Depois de 23 anos trabalhando como
procuradora do Estado de São Paulo, Lindamir se aposentou em 2011 e, no ano
seguinte, se matriculou no cursinho pré-vestibular para complementar sua
carreira como advogada, que ela não considera ter terminado.
"Acho
que posso até dar aulas, mas o diploma de geografia é complementar da minha
profissão", explicou ela, que já atuou no setor da Procuradoria do Estado
responsável pela área ambiental.
Na tarde desta sexta-feira, ela e a filha Inaê, de 17 anos, planejavam
a comemoração do resultado, que já tem presença confirmada dos colegas da
procuradoria. Mas a festa de aniversário continua agendada, e Lindamir vai
celebrar com a família e os amigos, incluindo a única colega de cursinho mais
velha que ela, candidata do curso de direito. "Eu tinha uma amiga mais
velha, de 56 anos, uma médica, só que ela não passou", contou a advogada.
Lindamir optou pela turma vespertina do cursinho do Objetivo, na
Avenida Paulista. No horário das 17h às 21h, os alunos não são divididos entre
as grandes áreas (exatas, humanas e biológicas), e a caloura afirma que é
"uma turma meio desacreditada". Segundo ela, a classe começa com
quase 200, mas muitos acabam desistindo. "No final, os que foram para a
segunda fase eram umas dez pessoas. Fui [às aulas] até a véspera da
Fuvest."
A advogada explicou que não faltava às aulas, mas não estudava
em casa todos os dias. Foram 35 anos longe dos livros do ensino médio: seu
último vestibular fora em 1977, para uma faculdade de direito particular em
Presidente Prudente, no interior paulista, onde morava. Por isso, sua maior
dificuldade foi o reencontro com "essas matérias malucas como física,
química e biologia". Muitas vezes, Lindamir diz que teve a impressão de
nunca ter visto o conteúdo das disciplinas antes.
Na
primeira fase, porém, ela fez 54 pontos na primeira fase, bem acima da nota de
corte de 38 pontos. Ao sair da última prova da segunda fase, ela conta que
promoveu uma pequena comemoração, tamanha a confiança na garantia de uma vaga.
Mas, conforme se aproximava a data de divulgação da primeira chamada, a
confiança foi substituída pela apreensão. "Você fica pensando... Será que
passei? Sempre tem gente boa, e você nunca sabe", contou a advogada.
Quando a lista foi divulgada, ela preferiu pedir para a filha
buscar seu nome. Inaê, que também prestou a Fuvest e passou para a segunda fase
para arquitetura, não foi convocada na primeira chamada, mas comemorou a
aprovação da mãe.
Atena
AVALIAÇÃO DE RECLASSIFICAÇÃO
A lei prevê uma avaliação de competências, ( mesmo no EJA/
supletivo) de reclassificação, em meados
dos meses de março/abril, realizando esta avaliação ( que é direito do aluno),
sendo aprovada nesta avaliação, você será reclassificada para o 3º ano.
Fiquem atentos, uma vez que embora seja prevista em lei,
dever da escola e direito do aluno, nem todas as escolas aplicam esta
avaliação...
Caso isto ocorra, você ( dentro do período que citei acima),
solicitar por escrito à escola, dirigido à direção da escola ( protocole este
requerimento= tire uma Xerox e peça , ao entregar o requerimento, para quem
receber na escola assinar e datar a Xerox que deverá ficar com você.A escola
tem 10 dias úteis para responder ( por escrito) , se por ventura não resolver,
faça outro requerimento à diretoria de ensino ao supervisor de ensino por
escrito ( também protocole); entregue desta vez a cópia de seu requerimento à
escola, a cópia da resposta da escola e o requerimento à diretoria de ensino.
Com certeza, através destes passos, sempre documentado, terá
a oportunidade de realizar a avaliação e reclassificação e já irá ( estudem por
favor rsrsr), para a conclusão de seu ensino médio com qualidade.
Se eu puder se útil em algo mais, estarei à disposição:
https://www.facebook.com/pages/Eu-t%C3%B4-voltando-para-a-escola/226357290817787
Atena
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Espero sinceramente ser útil a você.
Muita Luz e Paz!
Professora Simone Calixto

