quarta-feira, 12 de junho de 2013

O QUE FAZER NA SUSPEITA DE ENVENENAMENTO DE NOSSOS AMIGOS. POR FAVOR LEIAM, REPASSEM SALVEM VIDAS

CUIDADOS COM Nossos AMADOS PETS



Passo 2







Como saber se o seu cão foi envenenado ou intoxicado


Envenenamentos: como diagnosticar

A intoxicação dos animais de estimação não é uma coisa rara de se encontrar na clínica veterinária. Pode ocorrer de maneira acidental ou criminosa. A primeira acontece quando o animal ingere plantas tóxicas, medicamentos, venenos para roedores, entra em contato com tintas, produtos de limpeza, agrotóxicos, inala gases tóxicos, ou ainda, é picado por animais peçonhentos. O animal, de maneira instintiva evita os produtos tóxicos, porém em alguns momentos, o animal por curiosidade ou desatenção, pode entrar em contato com estas substâncias. No caso de intenção criminosa o agente tóxico normalmente está disfarçado (dentro de uma bolinha de carne, salsicha, leite, etc.) e age de maneira rápida, normalmente levando o animal à morte.

Esteja Preparado
Mantenha os telefones dos Centros de Controle de Intoxicações e de seu veterinário em local de fácil acesso. Em caso de emergência você não terá tempo de acessar a internet ou procurar a sua agenda.
Invista em um kit de primeiros socorros para seu animal. Um kit básico deve conter:
- um frasco de soro fisiológico;
- uma seringa larga (para administrar líquidos);
- colírio de lágrimas artificiais (para lubrificar os olhos depois da limpeza)
- xampu de limpeza profunda para animais ou detergente de louça suave (para dar banho no animal em casos de contaminação da pele) e a base de Glicerina
- pinça (para remover ferrões ou plantas urticantes)
- focinheira (para proteger-se de mordidas por medo ou excitação e facilitar o socorro)
- uma lata da comida predileta do seu animal
-uma caixa de transporte
- Oxigenada volume 10 e Oxigenada 3%

- Anti- Histamínico para picadas (
Alergovet C 1,4mg: Princípio ativo: Clemastina)
Enterex (Enterex é um aditivo adsorvente imprescindível como antídoto imediato e como agente de limpeza nas seguintes situações: evenenamentos ngestão acidental - produtos tóxicos, químicos, medicamentos, sal e alimentos estragados - Plantas tóxicas - Banhos com carrapaticidas e outros produtos tóxicos Uso tópico citoplasma (faixa + plástico): Feridas contaminadas, doloridas e edematosas. Adsorve o excesso de fluidos e produtos da inflamação. Picadas de insetos e animais peçonhentos (Aranha Marrom).
Modo de usar:
Envenenamento- Antídoto

Doses:
Para ser usado por via oral, diluído em água, cada saqueta deverá ser diluída em 40mL de água e administrado assim que se aperceber dos sintomas do envenenamento, levar logo de imediato o animal ao seu médico veterinário.
Cães e Gatos: 2 saquetas de 8g para até 20Kg de peso corporal, diluído em 80mL de água a cada 4 a 6 horas até à chegada ao seu veterinário.
Observações: 
1- Mais efetivo quando administrado rapidamente no envenenamento agudo, dentro de 30 minutos após a ingestão do veneno. 
2- Administrar vagarosamente (via oral ou sonda nasogástrica). 
3- Em animais de estômago simples poderá ser utilizado para lavagem gástrica.
Ter atenção que Enterex não deve ser encarado como um medicamento para tratar os casos de envenenamento, mas sim como um primeiro socorro, que lhe permite estabilizar o seu animal, dando-lhe tempo para o levar ao médico veterinário.
Quando desconfiar de um quadro de intoxicação?

Sabemos que há uma infinidade de substâncias que podem causar a intoxicação, por isso os sinais clínicos são os mais variados, dentre eles, podemos citar os mais comumente observados:
- Alteração do estado de consciência (agitação, sonolência, e até coma)
- Sintomas gastrintestinais (salivação intensa, vômitos, náuseas, dor abdominal)
- Hemorragias
- Tremores e outros sintomas neurológicos
- Dificuldade respiratória
- Alteração de ritmo cardíacos
Os sintomas de intoxicação dependem da substância tóxica, da quantidade ingerida e de certas características do animal que o ingeriu. Por isso, em caso de suspeita de intoxicação, preste atenção se está faltando algum produto da dispensa (produtos de limpeza, inseticidas, etc.), se há plantas arrancadas ou destruídas no jardim (quase todas as plantas ornamentais são tóxicas, ex: comigo-ninguém-pode, samambaia, copo de leite, bico de papagaio, coroa de cristo, entre outras), se houve dedetização do ambiente ou aplicação de agrotóxicos no jardim, e ainda, se há algum objeto ou alimento que não foi dado pelo proprietário.
LEMBRE-SE: em alguns casos, o produto tóxico pode não ser potente e precisa ser exposto de forma constante (ingestões repetidas - ex: chumbo) ou de forma prolongada para que ocorram problemas. Outros produtos tóxicos são tão potentes que basta a ingestão de pequena quantidade para levar a manifestação de sinais clínicos ou até a morte. Alguns produtos tóxicos causam poucos sintomas evidentes até que tenha ocorrido uma lesão permanente da função de órgãos vitais (ex.: fígado ou rins).

Como diagnosticar o agente tóxico?

O diagnóstico final de intoxicação baseia-se nos sinais clínicos e análises laboratoriais, porém estes recursos estão disponíveis enquanto o animal está vivo (o tempo de atendimento ao animal pelo médico veterinário é crucial para obtenção do sucesso no tratamento).
No caso de morte, o diagnóstico é realizado através do exame necroscópico do corpo do animal, resguardado pelo exame toxicológico.
Para que seja possível a realização da necropsia e que essa tenha a finalidade desejada, aconselhamos:
 Enviar o corpo do animal, o mais rápido possível, a um Serviço de Patologia Veterinário.
OBS.: se o corpo estiver refrigerado, o tempo máximo é de 12 horas após o óbito, se isto não for possível, aconselha-se o congelamento.

 Se amostras sólidas ou líquidas forem encontradas junto ao corpo do animal, o proprietário deverá entregá-las em frascos ao veterinário patologista responsável pela necropsia.

 Enviar histórico completo, como por exemplo, doenças adquiridas, tratamentos, vacinas, medicamentos em uso, características dos animais contactantes, sinais antes do óbito, local onde vive e se possível fotos do ambiente onde vive.

Como proceder num quadro de intoxicação?

Devido a grande quantidade de substâncias tóxicas e seus princípios ativos, devemos tomar cuidado com qualquer procedimento, sendo ideal procurar seu médico veterinário de confiança. - Caso o animal faça uso de medicamentos sempre informar ao veterinário no ato do atendimento.

ENVENENAMENTO POR INGESTÃO DE MEDICAMENTOS E PLANTAS

- Nos casos de envenenamento por ingestão de medicamentos e plantas, a medida indicada é provocar o vômito. No caso de remédios, tente descobrir quantos comprimidos foram engolidos e quando ocorreu a ingestão. Nos envenenamentos por plantas, lave a boca do animal em água corrente e procure identificar a planta para levar ao veterinário;
- Não provoque o vômito, se o animal estiver desmaiado ou em convulsões
- Procure urgentemente o veterinário;


ENVENENAMENTO POR INGESTÃO DE 

DERIVADOS DE PETRÓLEO, PESTICIDAS 

(AGROTÓXICOS), SUBSTÂNCIAS CÁUSTICAS/ 

CORROSIVAS (SODA CÁUSTICA), INSETICIDAS, 

DETERGENTES DE MÁQUINAS DE LAVAR, 

QUEROSENE OU GASOLINA


- Se a intoxicação foi provocada por produtos derivados de petróleo, por pesticidas (agrotóxicos), ou ainda, nos casos de ingestão de substâncias cáusticas ou corrosivas (como soda cáustica, etc.), inseticidas, detergentes de máquina de lavar roupas, querosene, gasolina. NÃO provoque vômito.
- Guarde a embalagem do produto, restos da substância ou o material vomitado, para facilitar a identificação pelo médico veterinário.
Produtos cáusticos incluem ácido de bateria, removedores de calosidades, detergentes de louça, desentupidores de ralos, removedores de gordura, desinfetantes e limpadores de forno. Produtos derivados de petróleo incluem solventes de tintas, cera para chão e solução de limpeza a seco.


ENVENENAMENTO POR ESTRICNINA 
(CHUMBINHO)

A estricnina é um veneno que não pode ser vendido, mas alguns lugares comercializam o veneno sem autorização e muitas pessoas acabam comprando e usando-a de forma irresponsável. Há casos de cães e gatos que engolem um rato que foi morto pela estricnina, e, conseqüentemente morrem também pelo veneno. Dependendo da baba do cachorro, se ainda outro cão vier e lamber-lhe a baba, também poderá morrer envenenado.Os principais sintomas de envenenamento por “chumbinho” são: salivação excessiva, lacrimejamento, secreção nasal, aumento dos sons respiratórios por bronco constrição  dificuldade respiratória, edema pulmonar, diarreia  diminuição dos batimentos cardíacos, constrição da pupila, tosse, vômito, micção freqüente, incoordenação motora. Depois aparecem tremores musculares, espasmos, hiperatividade. Nem todos os animais apresentam os mesmos sintomas. A morte se dá por insuficiência respiratória e asfixia (paralisia dos músculos respiratórios). Temos que encarar o problema como de saúde pública. 
Este produto é vendido ilegalmente e as pessoas compram na ilusão de que é um raticida, ressalta aqui a necessidade de conscientização, nos moldes da campanha de desarmamento, para que as pessoas deixem de usar o “chumbinho” em casa. 
Na intoxicação, é preciso descontaminar o ambiente. 

Após ingestão, se houve vômito, ninguém pode ter 

contato, principalmente outros animais. Deve-se 

induzir o vômito dando uma colher de sopa de 

água oxigenada 3% para cada 10 kg de peso de 

10 em 10 min até o vômito começar. Ou 

administre Enterex. 

Leve o animal imediatamente ao veterinário. Outras 

medidas deverão tomadas pelo veterinário.

(Sobre o Enterex mencionado

Descrição rápida

Enterex está indicado como adsorvente de toxinas e venenos, presentes no trato gastrintestinal de cães e gatos, nos casos de envenenamentos, intoxicações diversas e auxiliar em diarreias e gastroenterites.

Descrição do produto


Propriedades: Carvão vegetal ativado - Tem propriedade adsorvente, ou seja, poder de unir substâncias à sua superfície, o que lhe permite fixar toxinas bacterianas irritantes e gases. Atua também como protetor de mucosa. Outra função é adsorver diversas substâncias tóxicas ou venenos no trato gastrintestinal. Suas propriedades devem-se à enorme superfície do carvão ativado, o que o torna uma "esponja rígida", fixando as substâncias estranhas. Também tem ação desinfetante e desodorizante. Zeolita - É um mineral proveniente de Cuba, que possui em sua constituição a clinoptilolita. Além de propriedades semelhantes ao carvão ativado, também apresenta as seguintes funções: alteração da acidose metabólica, através de efeitos na pressão osmótica no lúmen intestinal; adsorção: de ácidos biliares (causa endogênica de diarréia), de aflatoxinas B (micotoxina que produz severa toxicidade) e de glicose em excesso (fator irritante); e aumento do trânsito intestinal. Caolim - Possui ação adsorvente e de proteção, formando no intestino uma camada protetora sobre a mucosa, impedindo a ação de substâncias irritantes. Ação adsorvente superior ao carvão ativado em relação ao herbicida Paraquat. Pectina - Tem ação protetora de mucosa e sua decomposição no cólon, realizada por bactérias, fornece um ambiente desfavorável para a flora bacteriana anormal. Modo de usar: Para ser usado por via oral, diluído em água e administrado através de seringa, ou sonda nasogástrica. Para uso da apresentação sachê em água, diluir cada sachê em 40 mL. O produto também pode ser adicionado aos alimentos. Em casos de diarréias e gastrinterites: Cães e gatos: 40 mL até 20 kg de peso vivo, a cada 8 a 12 horas. Em casos de envenenamentos e intoxicações: Cães e gatos: 80 mL até 20 kg de peso vivo, a cada 4 a 6 horas até melhora dos sintomas. Observações: 1- Mais efetivo quando administrado rapidamente no envenenamento agudo, dentro de 30 minutos após a ingestão. 2-Em animais de estômago simples, a suspensão pode ser utilizada para lavagem gástrica. As dosagens poderão ser alteradas de acordo com a orientação do Médico Veterinário. Efeitos colaterais: As fezes dos animais tratados podem tornar-se negras devido ao carvão ativado, não representando nenhum problema para a saúde do animal. Deve ser administrado vagarosamente (via oral ou sonda nasogástrica), durante 15 minutos para prevenir o vômito. Pode haver ligeira constipação intestinal Contra-Indicações: Administrar outras medicações somente duas horas antes ou depois da administração de Enterex, pois pode ocorrer adsorção de seus componentes, impedindo sua ação. Instruções para o uso do frasco de 40 g Preencher o frasco com 100 mL de água filtrada ou fervida. Pela abertura, pode-se preencher diretamente ou com o uso da seringa dosadora. Após preenchimento do frasco, tampá-lo e agitar até perfeita homogeneização. Preencher com mais 100 mL agitando posteriormente até homogeneizar. Inserir a seringa dosadora no adaptador. Virar o frasco com a base para baixo e fazer a sucção da quantidade desejada. Injetar lentamente na lateral da boca do animal com a cabeça levantada. Após o uso manter o frasco semi-aberto, para que o ar aprisionado possa sair. Só fechá-lo novamente para posterior agitação. Em nova utilização agitar bem o frasco repetindo as operações 4 e 5. O produto após a resuspensão deve ser utilizado imediatamente. Apresentação: Caixa com display contendo 10 sachês de 8g cada e frasco plástico contendo 40g acompanhadas com seringa dosadora de 10 mL. Níveis de garantia para cada 100g: Carvão Ativado...............................................................40 g Zeolita.............................................................................40 g Caolim.............................................................................10 g Pectina............................................................................10 g)


POR CONTATO COM SAPOS 
(GLÂNDULAS PARÓTIDAS)

Os cães são curiosos e muitos acidentes ocorrem com sapos. O contato causa sialorréia, abocanhamento (o cão apreende algo com a boca e não quer soltar), convulsões e o cão sacode violentamente a cabeça. Lave bem a boca do cão e busque socorro veterinário.

POR ORGANOFOSFORADOS E CARBAMATOS (Antipulgas, Carrapaticidas, Bernicidas)

Usados em produtos veterinários como antipulgas, acaricidas, bernicidas, carrapaticidas e em defensivos agrícolas, causa salivação excessiva, lacrimejamento, defecação, palidez, respiração acelerada, ataques tônicos (forma de convulsão com contração contínua da musculatura, de forma longa e involuntária) e hiperexcitabilidade. Se o veneno for ingerido, faça o cão vomitar e beber carvão ativado (Enterex). Se o veneno estiver nos pêlos ou na pele, remova a substância dando um banho com água à base de glicerina, enxaguando-o bem em seguida.

PICADAS DE COBRAS

Os sinais de uma mordida de cobra venenosa são duas marcas de dentes, dor, inchaço, vômito e dificuldade respiratória, além de possível paralisia e convulsão. Também observe sinais de choque, que incluem gengivas pálidas ou brancas, batimento cardíaco e respiração rápida. O tratamento deve começar o mais rápido possível após a mordida. Se a cobra foi morta, leve-a para o veterinário identificar. Senão, tente lembrar de marcas que possam identificá-la.
  • Contenha o cão, se necessário.
  • Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranqüilizador.
  • Se você estiver sozinho, prenda a guia em algum objeto fixo, como uma cerca. Puxe o cachorro para perto desse objeto e amarre a guia de maneira que ele não consiga mexer a cabeça.
  • Faça uma focinheira no cachorro para sua proteção, se necessário.
  • Corte o pelo na área da mordida.
  • Lave a região derramando água oxigenada 3% diretamente sobre a mordida.
  • Leve o cachorro imediatamente ao veterinário.
ENVENENAMENTO POR CLORADOS (Inseticidas ou defensivos agrícolas)
Usado em produtos veterinários, defensivos agrícolas e inseticidas, seus sintomas são apreensão (o cão fica assustado, tenso), hipersensibilidade, vômito (se a toxina tiver sida ingerida), tremores musculares e ataques clônicos (forma de convulsão caracterizada por descoordenação motora). Como tratamento, faça o cão vomitar e dê-lhe carvão ativado para beber (Enterex). Se o veneno estiver na pele ou nos pêlos, dê-lhe um bom banho com produtos a base de glicerina.

PICADA OU AFERROADA DE INSETOS

A maioria das picadas de insetos são inofensivas para os cães, mas se a picada for de uma abelha ou de algum tipo de vespa, a área vai ficar inchada e dolorida. Uma possível reação alérgica ao veneno depositado pelo inseto é o problema mais grave que pode acontecer.
Os sinais de uma picada de inseto são inchaço, dor nos músculos e área afetada, vômitos, fraqueza, febre e choque. Os sinais de choque são gengivas pálidas ou brancas, batimento cardíaco acelerado e respiração rápida. Abaixo veremos algumas sugestões úteis do que fazer se seu animal de estimação for picado ou aferroado por um inseto.


  • Contenha o cão, se necessário.

    Passo 2
    2006 Publications International, Ltd.
  • Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranquilizador.
  • Faça uma focinheira no cachorro para sua proteção, se necessário.
  • NÃO aperte a área. Se o cachorro foi aferroado por uma abelha, raspe a região com uma faca sem fio para retirar o ferrão imediatamente. Outros insetos não deixam o ferrão na pele.
  • Se a área afetada estiver quente e inchada, aplique um creme de cortisona e segure uma bolsa de gelo sobre a pele do cachorro por um período curto de tempo.
  • Dê um anti-histamínico.
  • Se houver qualquer dificuldade respiratória ou se o rosto parecer inchado, leve o cachorro imediatamente ao veterinário.


INALAÇÃO DE FUMAÇAS OU MONÓXIDO DE 
CARBONO

Os incêndios podem ser um grande perigo para os cachorros. Não coloque sua vida em risco para salvar seu cachorro, deixe esta tarefa para os bombeiros ou alguém treinado para fazer um resgate. Os sinais de inalação de fumaça ou monóxido de carbono incluem depressão, falta de coordenação, respiração ofegante, gengivas vermelho-carne e possíveis convulsões. Também verifique se o animal não está em choque, com as gengivas pálidas ou brancas, pulso acelerado e respiração rápida.
Se você suspeita que seu cão está intoxicado com fumaça ou monóxido de carbono, use as dicas a seguir para trata-lo adequadamente.
Se o cão está consciente
  • Retire o cão do local e coloque no ar fresco imediatamente.
  • Lave completamente os olhos do cachorro com soro fisiológico ou água limpa.
  • Leve o cachorro imediatamente ao veterinário.
Se o cão está inconsciente
  • Retire o cão do local e coloque no ar fresco imediatamente.
  • Se o cachorro não estiver respirando, sinta o batimento cardíaco colocando os dedos a 1/2 cm do cotovelo no meio do peito.
    Passo 2
    2006 Publication International, Ltd.
  • Se o coração estiver batendo, faça respiração artificial.
  • Deite o cachorro de lado.
  • Estique a cabeça e o pescoço do cão. Mantenha a boca e lábios fechados e assopre com força pelas narinas. Faça uma respiração a cada 3 a 5 s. Respire fundo e repita até sentir resistência ou ver o peito subir.
  • Após um minuto, pare. Observe o peito para ver se está se movendo, o que indica que o cachorro está respirando sozinho.
  • Se o cachorro não estiver respirando, continue a respiração artificial.
  • Se o coração não estiver batendo, faça respiração artificial.
Ressuscitação cardiopulmonar para cães com até 

20 kg
  • Deite o cachorro de costas.
  • Ajoelhe-se perto da cabeça do cão.
  • Feche suas mãos sobre o peito do cachorro com as palmas sobre cada lado do peito.
    Passo 4e
    2006 Publications International, Ltd.
  • Comprima as palmas sobre o peito com firmeza contando até dois e solte contando até um. Pressione moderadamente. Repita aproximadamente 60 a 90/min.
  • Alternativamente (após 30 s), segure a boca e lábios do cachorro e assopre com força nas narinas. Assopre por 3 s, respire fundo e repita, até sentir resistência ou ver o peito do cachorro subir. Tente repetir 10 a 20/min. Como regra geral, faça cinco compressões cardíacas para cada respiração.
  • Pare após um minuto. Observe se há movimento do peito e sinta o batimento cardíaco colocando os dedos a 5 cm do cotovelo no meio do peito. Se o coração não estiver batendo continue a ressuscitação cardiopulmonar.
Ressuscitação cardiopulmonar para cães com 

mais de 20 kg
Passo 4b
2006 Publications International, Ltd.
  • Deite o cachorro de lado.
  • Coloque a palma da sua mão no meio do peito do cachorro.
  • Comprima contando até dois e solte contando um. É preciso pressionar com firmeza. Repita aproximadamente 60 a 90/min.
  • Alternativamente (após 30 s), segure a boca e lábios do cachorro fechados e assopre com força nas narinas. Assopre por 3s, respire fundo e repita, até sentir resistência ou ver o peito do cachorro subir. Tente repetir 10 a 20/ min.
  • Pare após um minuto. Observe o peito para ver se o cachorro está respirando e sinta o batimento cardíaco colocando os dedos 5 cm atrás do cotovelo, no meio do peito.
  • Se o coração não estiver batendo, continue a ressuscitação cardiopulmonar.
  • Leve o cachorro imediatamente ao veterinário. A ressuscitação e a respiração devem continuar no caminho ou até o cachorro começar a respirar e o coração começar a bater sem assistência.
ATAQUES DE GAMBÁS

Os gambás são um dos portadores mais importantes da raiva nos Estados Unidos. Por isso, o encontro de um cachorro com um gambá deve ser tratado como mais do que apenas um problema de cheiro. Use as sugestões a seguir para cuidar apropriadamente do seu cão.
  • Contenha o cão, se necessário.
    Passo 2
    2006 Publications International, Ltd.
  • Aproxime-se do cachorro lentamente, falando em um tom de voz tranquilizador.
  • Se você estiver sozinho, prenda a guia em algum objeto fixo, como uma cerca. Puxe o cachorro para perto desse objeto e amarre a guia de maneira que ele não consiga mexer a cabeça.
  • Faça uma focinheira para sua maior proteção.
  • Lave os olhos do cachorro com água limpa.
  • Remova e destrua coleiras ou peitorais de couro.
  • Lave o cachorro completamente com sabonete ou xampu e água. Repita várias vezes.
    Passo 4
    2006 Publications International, Ltd.
  • Com o tempo o odor desaparece. Um neutralizador de cheiro de gambá pode ser utilizado.
  • Se o gambá foi pego, leve-o para o veterinário fazer um exame de raiva. NÃO toque o gambá com as mãos desprotegidas.
  • Se o seu cachorro não estiver imunizado contra a raiva fale com o veterinário.

    Penélope Sharmosa

Envenenamento de animais em MG

Envenenamento de animais em MG é mistério e gera até recompensa

Polícia investiga o caso em Rio Paranaíba e acredita que 20 já morreram.
Moradora que perdeu cadela teme que veneno possa chegar à população.


Polícia afirma que mais de 20 cães morreram (Foto: Miller Mesquita/Arquivo Pessoal)

Caos. É assim que o zootecnista Miller Mendes Mesquita define o que está ocorrendo com os animais de estimação na cidade de pouco mais de 11 mil habitantes,Rio Paranaíba, na região do Alto Paranaíba. De acordo com ele, do dia 26 de maio até esta quarta-feira (12) ele atendeu mais de 50 cães envenenados. A Polícia Civil afirmou que há registro de pelo menos 20 mortes de animais em menos de um mês na cidade. Já a Secretaria de Meio Ambiente acredita que o número de mortes possa ultrapassar os 50.
A polêmica já invadiu as redes sociais com direito a recompensa. Na página do grupo da Associação dos Defensores e Amigos do Meio Ambiente está sendo realizada uma campanha para arrecadação de dinheiro para usar como recompensa para quem denunciar com provas o autor ou autores desse crime.
O zootecnista Miller Mendes contou ao G1 que a forma de envenenamento dos animais é sempre do mesmo modo, através de um produto agrícola chamado Temik, conhecido por chumbinho. “O produto tem sido colocado em carne moída, carne de porco, pão de queijo e até em bolachas recheadas”, disse.
Além dos cachorros atendidos pelo veterinário, ele disse que há vários animais que não conseguiram ser socorridos. “Só nesta terça-feira um coletor de lixo me contou que 14 animais foram recolhidos mortos”, acrescentou.
Thaís Flávia perdeu a sua companheira de oito anos envenenada (Foto: Thaís Flávia/Arquivo Pessoal)
Miller Mendes trabalha há 10 anos na profissão e nunca tinha vivenciado uma crueldade como essa. “O caso está muito sério. Cada dia que passa os envenenamentos aumentam e as mortes também”, ressaltou.
Entre as vítimas dos envenenamentos está a companheira de oito anos da comunicadora Thaís Flávia. No início deste mês ela encontrou a cadela Suzy envenenada na garagem de casa. Ela conseguiu levar o animal para receber atendimento, mas não resistiu. “Eu e minha família estamos sofrendo muito com a morte de Suzy. Ela era uma cachorra muito querida. O sentimento que fica é de indignação”, contou.
Thaís afirmou que além dela há varias pessoas sofrendo pela morte dos animais de estimação. “Andando pelas ruas da cidade encontrei e recolhi muita carne envenenada. Quem está fazendo isso, está desafiando a população e até a polícia”, desabafou.
A comunicadora também está preocupada com o alto índice de envenenamentos dos animais e teme que isso possa atingir os moradores. “Fiquei sabendo que estão colocando chumbinho até em bolacha recheada. Imagina se uma criança pega e come um desses biscoitos?”, indagou.
A situação também gerou sofrimento e aflição ao estudante 
Paulo Henrique Chaves. Ele quase perdeu o cão da família 
por causa do envenenamento. “Encontramos o cachorro quase 
morto na garagem. A nossa sorte foi que ele conseguiu 
vomitar a carne com os chumbinhos. Após o ocorrido, o 
levamos ao veterinário e hoje ele está bem”, lembrou.

O estudante está perplexo com a situação e contou que a cada 
dia se depara com cães e também gatos mortos nas ruas da 
cidade. No domingo passado ele presenciou dois cachorros 
se agonizando por causa do veneno. “É muito triste. Já vi 
muita gente chorando porque perdeu o animal de estimação. 
fui uma delas...e choro até hoje...)
O que mais me indigna é ver que existem pessoas que não 
avaliam o que está acontecendo como um problema e acham 
normal os animais morrerem”, disse.

O caso já foi parar na Polícia Civil da cidade e os 
envenenamentos estão sendo investigados. Há a informação 
que mais de 20 boletins de ocorrência foram gerados 
motivados pelo problema, que dura quase um mês na cidade. 
Segundo o investigador da Polícia Civil Paulo Davi Meireles 
Dias, o caso está sendo averiguado e a polícia tem dado 
andamento as ocorrências. “Estamos empenhados em 
resolver a situação e acreditamos que essa ação esteja sendo 
feita por mais de uma pessoa”, comentou.
Carnes envenenadas foram recolhidas das ruas da cidade (Foto: Thaís Flávia/Arquivo Pessoal)
O delegado Ítalo de Oliveira Cardoso Boaventura afirmou que 
há registro de pelo menos 20 mortes de animais de estimação 
em menos de um mês na cidade. “Estes são os casos que 
foram geradas ocorrências, mas acreditamos que o número 
de mortes de animais seja bem maior”, explicou.
Para o delegado, neste momento é importante que a população redobre os cuidados com os animais de estimação e não os deixem sair sozinhos, pois os produtos envenenados estão sendo deixados nas ruas e isso gera risco para os animais soltos. 
Há casos onde foram jogados produtos em garagens. “A delegacia está toda mobilizada e estamos dando prioridade ao caso. Os levantamentos já começaram a ser feitos e até algumas imagens de câmeras de segurança podem ser analisadas. Essas mortes estão chocando a cidade e estamos em busca de solução”, disse.
O secretário do Meio Ambiente, Jader Rocha, acredita que entre gatos e cachorros já foram mortos mais de 50 animais, sendo a maioria no Centro da cidade. Ele informou que a Prefeitura terceirizou um caminhão para recolhimento dos animais, que foram enterrados numa vala.
**Esta barbárie é DIGNA DE PROTESTOS POR TODO O BRASIL, VAMOS NOS UNIR ENQUANTO HÁ TEMPO!
Atena

GREVE DE TRENS:QUEM PUDER EVITAR ESTES TRAJETOS POR FAVOR O FAÇAM, ESTÁ MUITO COMPLICADA A SITUAÇÃO:

Sindicato decreta greve nas linhas 8, 9, 11 e 12 da CPTM a partir de quinta


Greve deve prejudicar operação de trens em SP nesta quinta-feira (13).


CPTM considera irresponsável decisão de paralisar serviços.


Funcionários das linhas 

8-Diamante (Julio Prestes-Itapevi), 

9-Esmeralda (Osasco-Grajau),  

11-Coral (Luz-Guaianazes) 

e 12-Safira (Brás-Calmon Viana) 

da Companhia de Transportes 

Metropolitanos (CPTM) decidiram em assembleia na noite 

desta quarta-feira (12) entrar em greve a partir de 0h desta 

quinta-feira (13).

A CPTM divulgou nota dizendo que considera irresponsável a decisão do Sindicato dos Trabalhadores da Zona Sorocabana, representante dos empregados das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda e do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central, que representa os empregados das linhas 11-Coral e 12-Safira de paralisar a prestação dos serviços.
A SPTrans, por sua vez, informou, por meio de nota, que a partir da 0h desta quinta-feira toda a frota de ônibus da cidade irá operar com a totalidade dos 15 mil veículos disponíveis durante todo o dia. "Caso a paralisação se confirme, também haverá reforço nas linhas que circulam por ramais atendidos pelos trens da companhia. Técnicos da SPTrans estarão nos terminais e corredores para orientar os usuários", completa o comunicado.
Diretor do Sindicato Central do Brasil, Lourival Júnior, afirma que os sindicalistas já percorrem as áreas para convencer funcionários operacionais e de manutenção a entrar em greve. Rogério Centofanti, do Sindicato dos Ferroviários Sorocabana, afirma que a próxima reunião de avaliação está marcada para as 15h desta quinta. Segundo ele, a tendência é a greve ganhar adesão ao longo do tempo.

Segundo Lourival, a categoria está em campanha salarial desde março e esgotaram-se as tentativas de conciliação na Justiça do Trabalho. "A gente ainda aguarda uma proposta digna", afirmou.
Segundo a CPTM, na reunião de conciliação realizada nesta terça-feira (12), no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) a CPTM apresentou nova proposta garantindo 8,56% de  reajuste salarial, que repõe a inflação do período, considerando o IPC-FIPE de 5,91 %, e garante  aumento real de 2,5%. 

Além disso, também foi oferecido aumento de 20% no vale-refeição, que passaria de 22 para 24 cotas de R$ 23 por dia, totalizando R$ 552 ao mês.
A empresa diz também que ofereceu a substituição da cesta básica por vale-alimentação, valor de referência ampliado de R$ 76,86 para R$ 100 e benefício optativo de adiantar 50% do 13º salário em janeiro.

O Sindicato dos Engenheiros Ferroviários em São Paulo e o Sindicato dos Ferroviárias de São Paulo chegaram a um acordo com a CPTM em relação à campanha salarial e aceitaram o reajuste salarial de 6,97% e a implantação de plano de cargos, carreiras e salários com adequações salariais.
Atena

RESULTADO DOS EXEMPLOS DAS LUTAS DE UFC E COMPANHIA!

Marcello Novaes comenta condenação de agressor: ‘Que sirva de exemplo para a juventude’  

O ator Marcello Novaes quer que a condenação do lutador de jiu-jítsu Raphael Adnet Freire Guimarães, acusado de agredi-lo numa boate na Zona Sul do Rio, em novembro de 2008, sirva de exemplo para os jovens.
- Foi uma luta pela justiça. Que sirva de lição para essa juventude, que eles vejam o caminho do bem - comentou, na tarde desta quarta-feira

O agressor foi condenado a dois anos e quatro meses de prisão pelo crime de lesão corporal grave, em decisão assinada pelo juiz Marcel Laguna Duque Estrada, da 36ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio. E poderá recorrer da decisão em liberdade.
- Toda ação pode gerar uma reação. A maneira que ele achou em agir foi me agredindo. Eu reagi com a justiça. E ela foi feita - disse.

Pontos na testa
Na época da agressão, o ator sofreu um corte na testa e foi submetido a uma cirurgia plástica. Novaes levou dez pontos internos e 11 externos. No momento da confusão, ele estava com o Fábio Mondego.
- Vi o Marcello caído no chão, ensanguentado. Corri para ajudá-lo. Minha roupa ficou cheia de sangue. É uma tristeza que isso aconteça na noite do Rio - lamentou Mondego, na ocasião.
Após a agressão, Novaes registrou ocorrência na 15ª DP (Gávea).


Ator Marcello Novaes foi agredido em boate na Gávea, Zona Sul do Rio

**Já falei e vou confirmar: RESULTADO DOS EXEMPLOS DAS LUTAS DE UFC E COMPANHIA! Esporte é VIDA, ISTO QUE SE PROPAGA É VIOLÊNCIA COVARDE!

Atena

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Após sugerir morte de manifestantes, promotor se arrepende e exclui post

Após sugerir morte de manifestantes, promotor se arrepende e exclui post

Rogério Zagallo mantém posição contra protesto, mas diz que errou 'forma'. 
Post foi publicado na sexta (7) durante manifestação na Marginal Pinheiros.


O promotor de Justiça Rogério Leão Zagallo, da 5ª Vara do Júri de São Paulo, diz ter se arrependido da maneira como declarou nesta sexta-feira (7), em sua página pessoal no Facebook, sua revolta contra a manifestação contra o aumento das tarifas no transporte público.

Na ocasião, o promotor chegou a escrever no Facebook que a Tropa de Choque poderia "matar os manifestantes" e que arquivaria "o inquérito policial" caso isso ocorresse, mas apagou o post polêmico.
Ele ficou irritado com o trânsito provocado por uma manifestação contra o aumento das tarifas do transporte público, que bloqueou um dos sentidos da Marginal Pinheiros nesta sexta-feira. A cidade chegou a registrar 226 km de lentidão na área sob monitoramento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) durante a noite.
(sic) No post, Zagallo reclamava das duas horas que estava no congestionamento. 
“Estou há 2 horas tentando voltar para casa 
mas tem um bando de bugios revoltados 
parando a avenida Faria Lima e a Marginal 
Pinheiros. Por favor, alguém poderia avisar a 
Tropa de Choque que essa região faz parte do 
meu Tribunal do Júri e que se eles matarem 
esses f... eu arquivarei o inquérito policial”, 
afirmou nas redes sociais.
O promotor disse ao G1 que a afirmação se 
tratava de um "desabafo para amigos" e que 
"talvez tenha errado na forma" de se 
manifestar. Contudo, ele afirma que mantém 
a posição em relação ao protesto. "A forma da 
manifestação está sendo equivocada. Eu não 
entendo como legítima a forma como ela está 
sendo executada", disse. "Acho que uma 
cidade como São Paulo não pode ficar à 
mercê de uma manifestação", completou.
No domingo (9), Zagallo publicou, também em seu perfil no Facebook, uma explicação em que assumiu a autoria do discurso de sexta - apesar de ter dito que quem escreveu foi um amigo, com o seu aval -, mas atribuiu as declarações a um "momento de desabafo" e que não sabia que a declaração tomaria tamanha proporção. "Eu restringi [a publicação] a algumas pessoas, não sabia que isso poderia tomar dimensões públicas."
No momento do protesto da sexta-feira, Zagallo estava indo buscar seu filho no clube onde ele estava praticando esportes. "Foi um desabafo. Não de um promotor, mas de um pai desesperado que não conseguia pegar seu filho", contou. O promotor disse que nem pode arquivar inquéritos, porque tem restrições. “Nunca faria um negócio desse, foi uma forma de manifestar minha ira por não conseguir buscar meu filho. Eu nem tenho esse poder, tenho restrições”, completou.
Após a repercussão de suas palavras, o promotor, que disse não saber muito bem como funciona o mecanismo da rede social, pensa até em apagar seu perfil. "Estou até pensando em sair do Facebook", disse.
O Ministério Público informou nesta segunda-feira (10) que avaliará se há providências a serem tomadas no caso. "Confirmada a autenticidade do comentário, a Procuradoria-Geral de Justiça apreciará o mérito da manifestação e avaliará se há providências a serem adotadas em sua esfera de atribuições. No tocante ao aspecto disciplinar, cabe à Corregedoria-Geral do Ministério Público avaliar as providências pertinentes", diz em nota.
Às 18h40, a manifestação interditava a Avenida Faria Lima nos dois sentidos  (Foto: Julia Basso Viana/G1)
O protesto

Na sexta-feira, os manifestantes do Movimento Passe Livre (MPL) se reuniram pelo segundo dia para lutar contra o aumento das tarifas do transporte coletivo na cidade de São Paulo. A marcha passou pela Marginal Pinheiros, pelas avenidas Faria Lima, Rebouças, entre outras, e chegou à Avenida Paulista. Na quinta-feira (6), as manifestações deixaram um rastro de destruição e sujeira na Avenida Paulista, além de terem bloqueado vias no Centro.
Procurado pelo G1, Caio Martins, integrante do Movimento Passe Livre, disse que a declaração do promotor “é inadmissível na democracia”. Segundo o estudante, “é descabido ele (o promotor) entender a luta social como crime, e entender a manifestação popular como caso de polícia”, afirmou.

Atena

Alunos de colégio de SP fazem 'saiaço' em protesto contra a direção

**Com inteligência e irreverência , alunos realizaram um protesto no Colégio Bandeirantes.
Colégio Bandeirantes, saia (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Um protesto criativo, inovador e PACÍFICO, esta é a visão de Atena ao que se chama protesto.
Fica a "lição" para os que se valem do vandalismo , da baderna a pretexto de protesto...

Estudantes do Colégio Bandeirantes reclamam de suspensão de colega. 
Diretor diz que não exige uniforme mas aluno deve seguir código informal.


Estudantes do ensino médio do Colégio Bandeirantes, de São Paulo, foram para aula nesta segunda-feira (10) vestindo saia, inclusive os meninos, em protesto contra um incidente envolvendo dois alunos que usaram saia na semana passada. Na última sexta-feira (7), um dos jovens foi retirado da aula por estar de saia. 
A mobilização foi feita nas redes sociais e envolveu até ex-alunos de um dos mais tradicionais colégios de São Paulo. A direção do colégio permitiu que os estudantes assistissem às aulas de saia e disse que apesar de o Bandeirantes nunca em sua história ter uniforme escolar, os alunos devem seguir um código 'informal' de vestimentas.

Colégio Bandeirantes, saia (Foto: Paulo Guilherme/G1)

Dezenas de meninos foram para a escola de saia comprida. Um deles até usou 'kilt', a saia escocesa. As meninas também foram de saia longa e algumas de gravata.
O caso começou na quinta-feira (5), quando um aluno do segundo ano colocou saia e top para brincar a festa junina e foi contestado pelo professor quando entrou para assistir a aula daquela maneira. No dia seguinte, o estudante Pedro Brener, de 17 anos, do terceiro ano, foi à escola usando saia. Encaminhado à coordenação pedagógica, a escola afirmou que se um professor se sentisse desconfortável poderia o tirar da aula. O jovem foi então suspenso e, segundo a escola, os pais foram chamados para buscá-lo.
"Não impomos uma maneira de se vestir, muito menos fazemos discriminação de gênero. Isso não quer dizer, no entanto, que não temos um código de conduta informal", afirma o diretor-presidente do Colégio 
Bandeirantes, Mauro de Salles Aguiar. "O professor não podia permitir ao aluno ver a aula daquela forma escrachada, também não podemos permitir um aluno vir à aula vestido como padrinho de casamento ou com trajes de banho."
Segundo o diretor, como os estudantes podem sair do colégio nos intervalos, ele poderia ter sua segurança ameaçada por estar vestido daquele jeito. "Estamos em um bairro com movimentação de pessoas de todos os segmentos da população. Aqui é a Vila Mariana, não é a Vila Madalena (bairro de São Paulo famoso por concentrar a chamada 'elite intelectual'). Existe um temor que os alunos possam ser vítimas de discriminação, afirmou o diretor.
Sem citar o nome do aluno ou dos pais, Aguiar disse: "Como os pais desse jovem colocam o filho em um laboratório social e deixarem a segurança dele em risco? O que fizeram foi tentar desmoralizar uma escola com quase 70 anos de tradição."
Colégio Bandeirantes, saia (Foto: Paulo Guilherme/G1)
O pai do aluno rebate: "Se a preocupação era com a segurança, não deviam ter deixado meu filho do lado de fora da escola. Meu filho foi de saia para a escola, um ambiente seguro, não podia imaginar que a escola iria agir de maneira retrógrada." Brener diz ainda que "causa perplexidade o despreparo do diretor para enfrentar a rebeldia dos adolescentes" e que a "escola tem problemas mais graves que um grupo de alunos que quer se vestir de maneira diferente".
Colégio Bandeirantes, saia (Foto: Paulo Guilherme/G1)
No fim de semana, alunos e ex-alunos organizaram pelo Facebook um protesto contra o colégio. Um grupo de ex-alunos escreveu carta de repúdio ao ocorrido. "O que aconteceu foi um absurdo", afirma a ex-aluna Karina Piva, de 21 anos, que faz faculdade na Escola Politécnica da USP ."Não é um atentado ao pudor, o colégio sempre permitiu até vir de chinelo para a aula, e o uniforme nunca foi obrigatório no Bandeirantes."
Ela lembrou que na USP, uma mobilização semelhante aconteceu depois que um aluno do curso de moda da USP Leste sofreu ofensas nas redes sociais por ter ido de saia para a faculdade. "A diferença é que aqui é o colégio quem agiu contra o aluno", disse Karina.
Colégio Bandeirantes, saia (Foto: Paulo Guilherme/G1)
A direção do colégio afirma que faz um trabalho pedagógico junto aos professores para mostrar que existe uma tendência dos jovens à ruptura do modo convencional de se vestir, masculino e feminino. "Não vamos entrar nesse jogo de quererem nos taxar como a fronteira do Jair Bolsonaro", disse o diretor Aguiar, referindo-se ao deputado federal famoso pelo pensamento contra ações anti-homofobia.
Fundado em 1944, o Colégio Bandeirantes tem 2.700 alunos, 150 professores e no último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), teve a quarta maior média entre as escolas da cidade de São Paulo. A mensalidade custa por volta de R$ 2.400. "A gente recebe alunos de todas as partes, e posso dizer que a diretoria é menos conservadora do que a própria comunidade e os professores", afirma Aguiar.
Atena


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