segunda-feira, 6 de junho de 2011

2º MB FRENTE 2 MÓDULO 2

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:

Realismo/Naturalismo
AUTORES REALISTAS
RAUL POMPÉIA (1863-1895)
Vida
http://educaterra.terra.com.br/literatura/realnaturalismo/rea_raulpompeia.jpg
Caricatura de Raul Pompéia.
Nasceu em Angra do Reis, filho de uma família de grandes proprietários. Teve uma infância bastante reclusa, devido ao isolamento social de seus pais. No começo da década de 1870, os Pompéia se mudaram para a Corte e o menino vai estudar no mais famoso e caro colégio da época, o Colégio Abílio, onde permaneceu por cinco anos e do qual se vingaria dez anos depois. Concluiu seus estudos no Colégio D. Pedro II e, mais tarde, bacharelou-se pela Faculdade de Direito do Recife. Abolicionista e republicano exaltado, é uma espécie de intelectual de esquerda da época. Ocupou vários cargos públicos, inclusive a direção da Biblioteca Nacional. Seu temperamento exaltado despertou ódios e inimizades. Chegou a marcar um duelo com Olavo Bilac, que acabou não se realizando. Esta sensibilidade doentia e não resolvida impeliu-o ao suicídio, num dia de Natal. Contava então trinta e dois anos de idade.
Obra Principal: O Ateneu (1888)
Ainda que tenha escrito poemas (Canções sem metro), uma novela (Uma tragédia no Amazonas), e deixado obras inéditas, Raul Pompéia permanece como autor de um romance essencial de nossa literatura: O Ateneu, que traz um enganoso subtítulo: Crônica de saudades.

http://educaterra.terra.com.br/literatura/realnaturalismo/rea_ema.jpg
Desenho de Pompéia mostrando Ema, a esposa de Aristarco. Assim como no romance, ela aqui aparece com traços difusamente sensuais.
Fortemente pessoal, - mas não a ponto de ser considerado uma autobiografia - o texto parte das experiências do autor num sistema de internato.. Marcado de forma intensa por estes anos, que são para ele de sofrimento e solidão, trata de recriá-los artisticamente, valendo-se para isso de um personagem chamado Sérgio.
Projeção do escritor, Sérgio evoca - em primeira pessoa - o início de sua adolescência passada no internato. A narrativa é construída a partir da perspectiva de Sérgio já amadurecido. E o leitor tem a visão de um sujeito adulto que lembra os acontecimentos. Não a visão que o menino teria ao ingressar no internato. Assim, o romance é a memória adulta de uma experiência juvenil. Atente-se para o primeiro parágrafo do texto:
Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. 'Coragem para a luta.' Bastante experimentei depois a verdade deste aviso, que me despia, num gesto, das ilusões de criança educada exoticamente na estufa de carinho que é o regime do amor doméstico.
Vê-se aí que o narrador, no presente (a idade madura), analisa os dados do passado. Suas lembranças confundem-se com os julgamentos que emitirá sobre a vida no educandário. Não há, pois, uma única história encadeada, um enredo propriamente dito, e sim um acúmulo de fatos, percepções, situações e impressões, que servem para indicar a psicologia e a estrutura social do mundo do internato. O próprio tempo objetivo da ação dissolve-se na densa subjetividade do narrador.
A inexistência de uma intriga, à maneira romântica ou realista, favorece os desígnios de Raul Pompéia - ele não quer contar a vida no Ateneu, ele quer desmascará-la e interpretá-la. Os episódios servem como desvelamentos sucessivos da corrupção e da miséria moral que imperam no colégio. O texto denota sempre uma atmosfera de crise. Sobretudo, a crise das ilusões de Sérgio:
Onde metera a máquina dos meus ideais naquele mundo de brutalidade que me intimidava com os obscuros detalhes e as perspectivas informes, escapando à investigação de minha inexperiência?

REALISMO/NATURALISMO


A Corrupção
Sensível ao extremo, Sérgio percebe a queda das aparências: "Cada rosto amável daquela infância era a máscara de uma falsidade, o prospecto de uma traição." "Solitário e solidário" - conforme análise do crítico Astrogildo Pereira -, procura ligações autênticas com os colegas. Mas o que encontra é a brutalidade, a vontade de poder, a exploração e o homossexualismo. Todas as camaradagens são efêmeras e dissimuladas:
Um cáfila! (dizia Rebelo) Não imagina, meu caro Sérgio. Conte como uma desgraça ter de viver com esta gente, (...) Aí vão as carinhas sonsas, generosa mocidade... Uns perversos. Têm mais pecados na consciência que um confessor no ouvido; uma mentira em cada dente, um vício em cada polegada de pele. Fiem-se neles. São servis, traidores, brutais, adulões. Vão juntos. Pensa-se que são amigos... Sócios de bandalheiras! Cheiram à corrupção, empestam de longe.
Há no colégio uma explícita divisão entre fortes e fracos. O relacionamento entre os colegas reduplica os valores do universo social: opressores e oprimidos. A saída dos frágeis é adquirir a "proteção" de um dos rapazes mais fortes, porém o preço é alto:
Isto é uma multidão; é preciso força de cotovelos para romper. (...) Os gênios fazem aqui dois sexos, como se fosse uma escola mista. Os rapazes tímidos, ingênuos, sem sangue, são brandamente impelidos para o sexo da fraqueza; são dominados, festejados, pervertidos como meninas ao desamparo. (...) Faça-se homem, meu amigo! Comece por não admitir protetores.
Dificilmente alguém se isenta do homossexualismo sutil que assalta as salas de aulas, os corredores e os dormitórios do Ateneu. Exceção feita a Rebelo, todas as amizades de Sérgio são ambíguas. Ele próprio - por medo - parece dispor-se a certo tipo de relacionamento:
Depois que sacudi fora a tranca dos ideais ingênuos, sentia-me vazio de ânimo; nunca percebi tanto a espiritualidade imponderável da alma: o vácuo habitava-me dentro. Premia-me a força das coisas; senti-me acovardado. Perdeu-se a lição viril de Rebelo; prescindir de protetores. Eu desejei um protetor, alguém que me valesse, naquele meio hostil e desconhecido, e um valimento direto mais forte do que palavras. (...) Pouco a pouco me ia invadindo a efeminação mórbida das escolas. (...) E, como se a alma das crianças, à maneira do físico, esperasse realmente pelos dias para caracterizar em definitivo a conformação sexual do indivíduo, sentia-me possuído de certa necessidade preguiçosa de amparo, volúpia de fraqueza...
Os vínculos de Sérgio com Sanches e Bento Alves estão assinalados por esta terrível atração que, às vezes, os dominados têm pelos dominadores. O quadro onde se desenha a figura de Bento Alves é bem nítido: o seu poder sedutor reside na força física:

Consideravam-no principalmente pela nomeada de hercúleo. Os fortes constituem uma fidalguia de privilégios no internato. (...)
Estimei-o femininamente, porque era grande, forte, bravo; porque me podia valer; porque me respeitava, quase tímido, como se não tivesse ânimo de ser amigo. Para me fitar espera que eu tirasse dele os meus olhos. (...) Aquela timidez, em vez de alertar, enternecia-me...
Veja-se também a dúbia afeição do narrador por Egbert:
Vizinhos ao dormitório, eu, deitado, esperava que ele dormisse para vê-lo dormir e acordava mais cedo para vê-lo acordar. Tudo que nos pertencia era comum. Eu por mim positivamente o adorava e o julgava perfeito. Era elegante, destro, trabalhador, generoso. Eu admirava-o, desde o coração até a cor da pele e à correção das formas.

A Obra
Surgido pela primeira vez em 1888, no Gazeta de Notícias, O Ateneu é um dos romances mais curiosos da Literatura Brasileira, pois escapa a qualquer classificação rígida de periodização literária.
A data de sua publicação o coloca no Realismo. De fato, possui fortes afinidades com tal escola, já que apresenta uma característica marcante desse momento estético: a preocupação em criticar a sociedade num tom perpassado de pessimismo. No entanto, há inúmeros desvios que o impedem de ser um romance puramente realista.
Em primeiro lugar, deve-se lembrar que a obra é memorialista. Seu narrador, Sérgio, apresenta suas memórias de infância e adolescência num colégio interno chamado Ateneu. Assim, o foco narrativo em primeira pessoa impede a tão valorizada objetividade e imparcialidade do Realismo-Naturalismo.
Além disso, não se deve esquecer que Sérgio é o alter-ego, ou seja, um outro “eu” de Raul Pompéia. Em outras palavras, o narrador recebe a personalidade e também as memórias do autor, já que este também estudou num internato, o Colégio Abílio, do Rio de Janeiro. Mais uma vez, carrega-se nas tintas do pessoalismo.

Reforça ainda mais essa subjetividade a forte aproximação que O Ateneu estabelece com outra escola literária, o Impressionismo. De fato, obedecendo a esse estilo, não há o relato exato e documental de fatos do passado. Raul Pompéia encaminha-se inúmeras vezes para a fixação de um momento, de um clima, de uma atmosfera perdida no passado. 

Ao invés de contar uma história, muitas vezes preocupa-se em relatar uma seqüência de impressões, sensações subjetivas que marcaram o narrador a ponto de atravessar o tempo e serem os elementos mais nítidos de sua memória.
No entanto, quando se mostra finca nos postulados realistas, o romance mostra um poder de crítica bastante eficaz e tudo de forma criativa, pois se faz por meio de um jogo entre o microcosmo (escola) e o macrocosmo (sociedade). Ou seja, a escola é um reflexo da sociedade, bastando para o autor, portanto, para criticar esta, apenas descrever as relações que se estabelecem naquela.
O ataque mais chamativo se estabelece em relação ao sistema educacional, representado na figura do Dr. Aristarco, diretor e dono do colégio. Além de ele se mostrar alguém bastante vaidoso, egocêntrico e autoritário, dotado de uma linguagem altissonante e retórica (já que a moralidade e a firmeza de caráter que anuncia em sua escola de fato não se realizam), chama a atenção a confusão que estabelece entre escola e empresa.

Magistral é o primeiro capítulo na realização dessa crítica. Vê-se um narrador que, abusando da ironia, apresenta Aristarco preocupado em pintar o colégio como um negociante preocupado com as aparências de sua venda ou mercearia. Não é à toa que o vocabulário usado nesses trechos é típico de estabelecimentos comerciais. 

Ademais, o tratamento dado aos alunos é diferenciado muitas vezes pelo poder econômico. Além disso, avassaladora é a descrição do diretor dedicando parte do dia ao livro de contabilidade da escola. 

Note, por fim, como o vocabulário pomposo e retumbante vai-se opor à decadência que grassa na escola, o que reforça a hipocrisia dominante não só no colégio, mas na sociedade, em que o ideal defendido mostra-se gritantemente diferente do real praticado. Pode-se ainda observar os métodos antiquados de pedagogia (apesar da propaganda em contrário), baseados na humilhação pública.

Ainda dentro do Realismo, há que se notar no romance sua vinculação ao Naturalismo (um subconjunto da literatura realista), principalmente na utilização de elementos que denotam um apego exagerado à sexualização. Destaca-se, numa visão que em muito lembra a teoria freudiana, o jogo entre implícito e explícito, declarado e escondido, desejado e reprimido, e principalmente entre masculino e feminino que muitas vezes resvala no homossexualismo. 

Nos primeiros dias de aula Sérgio recebe de seu colega de sala, Rebelo, o conselho de que não deveria aceitar a proteção de ninguém. É que a escola estava dividida entre os meninos que protegiam, dotados, pois, de masculinidade, e os meninos protegidos, frágeis, passivos e, assim, dotados do que era entendido, no contexto do romance, como feminilidade. 

Apesar de avisado, o protagonista não consegue manter por muito tempo a sua disposição por se impor no meio estudantil (há aqui um outro elemento realista-naturalista. A escola é apresentada como um meio hostil, em que os estudantes vivem constantes agressões entre si, tudo para a conquista de espaço e respeito. É como se fosse uma representação das forças que dominam em nossa sociedade), buscando logo a cômoda proteção de alguém mais velho. Surge então Sanches. 

O problema é que esse rapaz, descrito como baboso e fedido, demonstra outras intenções. Se ajuda Sérgio na recuperação de seu desempenho escolar, esmerando-se em aulas particulares, exagera nas demonstrações afetivas, chegando até a pedir que o protagonista sentasse em seu joelho.

Não se deve deixar de notar aqui mais uma crítica à hipocrisia. Sancho era um vigilante, aluno que tinha a função de zelar pelo comportamento dos outros. Além disso, era dos mais veementes defensores da “moral e dos bons costumes”. 

E justamente ele assediava Sérgio, com intenções nada benéficas. É mais um choque que servirá para o duro amadurecimento do protagonista – no sentido de despir-se dos idealismos do primeiro capítulo e aceitar as decepções e desencantos como naturais de nossa existência.

Ainda dentro do aspecto freudiano está o complexo de Édipo, apresentado numa forma mascarada. Tal se manifesta pela relação de antipatia que se estabelece entre os alunos do Ateneu e o diretor, que acaba se transformando na figura de um pai. 

Dessa forma, sua esposa, D. Ema, por ser carinhosa e muito protetora, acaba assumindo a função de mãe dos estudantes. Essa afetividade acaba até se manifestando em Sérgio, principalmente no final do romance, quando, doente, é cuidado por ela.
Somando-se aos elementos realistas, naturalistas e impressionistas, chamam a atenção em O Ateneu as recaídas que o autor tem no rebuscamento da linguagem, com subordinação exagerada e inversões desnecessárias, o que lembra um pouco o Parnasianismo. Note como tal se manifesta no texto abaixo, início do capítulo III:
Se em pequeno, movido por um vislumbre de luminosa prudência, enquanto aplicavam-se os outros à peteca, eu me houvesse entregado ao manso labor de fabricar documentos autobiográficos, para a oportuna confecção de mais uma infância célebre, certo não registraria, entre os meus episódios de predestinado, o caso banal da natação, de conseqüências, entretanto, para mim, e origem de dissabores como jamais encontrei tão amargos.
Ou então na famosa abertura do romance
“Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. Coragem para a luta.” Bastante experimentei depois a verdade deste aviso, que me despia, num gesto, das ilusões de criança educada exoticamente na estufa de carinho que é o regime do amor doméstico, diferente do que se encontra fora, tão diferente, que parece o poema dos cuidados maternos um artifício sentimental, com a vantagem única de fazer mais sensível a criatura à impressão rude do primeiro ensinamento, têmpera brusca da vitalidade na influência de um novo clima rigoroso."
Não há como não enxergar positivamente a elaboração muitas vezes poética da linguagem no romance, com um intenso emprego de metáforas e outras figuras de linguagem. No entanto, o autor por vezes perde a mão, dificultando desnecessariamente a imediata compreensão do seu conteúdo.
Existe também em O Ateneu aspectos do Expressionismo, na medida em que seu traço, principalmente nas descrições, distorce a realidade por meio de caricaturas grotescas, que resvalam pelo exagero. Note como isso se manifesta na descrição que Sérgio faz dos seus colegas de sala.
”Os companheiros de classe eram cerca de vinte; uma variedade de tipos que me divertia. O Gualtério, miúdo, redondo de costas, cabelos revoltos, motilidade brusca e caretas de símio — palhaço dos outros, como dizia o professor; o Nascimento, o bicanca, alongado por um modelo geral de pelicano, nariz esbelto, curvo e largo como uma foice; o Álvares, moreno, cenho carregado, cabeleira espessa e intensa de vate de taverna, violento e estúpido, que Mânlio atormentava, designando-o para o mister das plataformas de bonde, com a chapa numerada dos recebedores, mais leve de carregar que a responsabilidade dos estudos; o Almeidinha, claro, translúcido, rosto de menina, faces de um rosa doentio, que se levantava para ir à pedra com um vagar lânguido de convalescente (...)”
Em suma, a riqueza do estilo de Raul Pompéia, apresentando elementos realistas, naturalistas, parnasianistas, impressionistas e expressionistas, permite com que sua obra O Ateneu fuja a toda e qualquer padronização literária simplista. Torna-se, pois, um dos momentos mais brilhantes da Literatura Brasileira no século XIX.



http://simonnemachado.blogspot.com.br/

Professora  Psicopedagoga Simonne Machado

Como faço o desenvolvimento, conclusão e a bibliografia de um trabalho?

Melhor resposta - Escolhida por votação

Olá,

seu desenvolvimento deve ser em torno do assunto principal, pontos principais realmente, e NÃO A TRANSCRIÇÃO, vai por mim rs...
Pontos que quando estudou a matéria considerou fundamental para a revolução, ( os porquês, conseqüências, quem,- pessoa (as) fundamental (is) para a revolução quando,)
Em sua conclusão deve constar um apanhado, uma síntese ( quando digo síntese, é síntese mesmo rs) do que escreveu tal como uma produção de texto.
Bibliografia, livros, sites, em que pesquisou acerca do assunto .

Bom Final de semana anjo!
Anjo, se eu puder ajudar em alguma coisa estarei à disposição em meu blog abaixo.

Beijos e muita Luz!

Fonte(s):


http://simonnemachado.blogspot.com.br/


Professora  Psicopedagoga Simonne Machado
  • 1 semana atrás

A verdade é lógica ou élogica?

Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta

Olá Matheus,

Boa pergunta, a verdade é relativa, costuma-se dizer que existem três vertentes para a verdade: a sua, a minha e a verdade propriamente dita.
Ela não é lógica em ilógica, ela é pois relativa.

Bom Sábado querido!


Beijos e Muita Luz!
Se eu puder ajudar em mais alguma coisa, estou a sua disposição no endereço abaixo

Fonte(s):


http://simonnemachado.blogspot.com.br/


Professora  Psicopedagoga Simonne Machado
  • 2 dias atrás
  • 0Avaliação: Resposta boa
  • 0Avaliação: resposta ruim
Avaliação do autor da pergunta:
5 de 5
Comentário do autor da pergunta:
vlw

domingo, 5 de junho de 2011

Camões e Renascimento?

Gente, é urgente, preciso de ajuda!! Tenho um trabalho 

sobre Renascimento para segunda-feira, mas já procurei 

muuuito e não consigo achar exatamente o que quero.

Eu tenho que achar sobre o escritor Luís Vaz de Camões e 

relacioná-lo ao renascimento, tipo, o que sua obra 

representou para o renascimento, características 

renascentistas nas suas obras...


E eu NÃO quero sobre renascimento na Itália, e sim em 

Portugal, país de Camões. Preciso muito disso, mas não encontro nada. 

Obrigada por QUALQUER ajuda!





Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta

Olá Thayane,

Tenho este arquivo e creio que possa ajudá-la:
Camões e o Movimento Cultural no Século XVI

O século de Camões( XVI) é marcado pelo grande movimento cultural do Renascimento, cuja origem está no desenvolvimento do comércio, das atividades industriais e das cidades. A velha cultura clerical da Idade Média já não conseguia satisfazer as novas necessidades nem as aspirações culturais.O Renascimento, com o Humanismo e o Classicismo representou uma mudança decisiva em relação ao conceito medieval do Homem e do Mundo. Ao teocentrismo medieval sucede o antropocentrismo, em que o Homem passa a ser a figura central. O Homem passa a ser o sujeito da História e do progresso.Contudo, no século XVI , coexistia o pensamento medieval e o renascentista. Camões dá o testemunho desta convivência. Lendo "Os Lusíadas", vemos que a par do espírito da cruzada ( o lado medieval) , encontramos o espirito humanista no relato da viagem de Vasco da Gama, quando enfatiza o « saber de experiência feito»

Foi também nesta época, que surgiu o gosto pela valorização do humano e o estudo e admiração da Antiguidade Clássica que teve origem na Itália. Este movimento cultural ao passar para outros povos, originou um movimento que se caraterizou por três tendências: o Renascimento, o Humanismo e o Classicismo.

Para entendermos mais sobre os autores da época e a História , nomeadamente, para ficarmos próximos de Luiz Vaz de Camões, convêm lembrarmos os movimentos culturais, os valores e o modo de pensar do Homem do século XVI.

Fonte: Edições Sebenta
Camões Épico Introdução à Leitura de " Os Lusíadas"
por Avelino Soares Cabral www.sebenta.com

Bom Sábado!

Beijos e muita Luz!

Se eu puder ajudar em mais alguma coisa, estou a sua disposição no endereço abaixo


http://simonnemachado.blogspot.com.br/

Professora  Psicopedagoga Simonne Machado

  • 22 horas atrás
  • 0Avaliação: Resposta boa
  • 0Avaliação: resposta ruim
Avaliação do autor da pergunta:
5 de 5
Comentário do autor da pergunta:
Muuuuito obrigada! Era isso q eu queria!! vlw

2º MB, Módulo 46, página 536 ; ORAÇÕES COORDENADAS

Meus anjinhos,


Orações coordenadas, período composto, são aquelas que embora unidas por algum conectivo ( conjunções) SÃO INDEPENDENTES, não necessitam de outra oração para ter sentido completo:


Gosto de peixe e de carne:  ( Gosto de peixe !ª oração, independente. Gosto de carne 2ª oração também independente).Esta frases estão ligadas por uma conjunção ADITIVA ( SOMA-SE IDÉIAS, PENSAMENTOS).


As principais conjunções são: 
1-aditivas- e, também , bem como,
2-Adversativas- servem para contradizer a idéia anteriormente dita; ( Gosto de peixe mas vou comer carne)
as principais são mas, porém, entretanto, no entanto;
3-Alternativas- exprimem idéias de alternância entre duas opções ( ou estuda, ou será reprovado)
são as principais: ora...ora, ou...ou.
4-Explicativas, explicam uma idéia anterior: (Chegou atrasado pois os trens estavam em greve);
as principais são: pois, porque,por isto;
5-Conclusivas, servem para dar uma parecer final, conclusivo, resultado de uma ação anterior:
( Estudei muito portanto fui aprovada)
( teve muita falta, logo teve que compensá-las)


http://simonnemachado.blogspot.com.br/


Professora  Psicopedagoga Simonne Machado

2º MB Módulo 44 , página 532 DELIMITAÇÃO DO ASSUNTO

Este assunto foi visto quando da explicação de dissertação, estética, quantidade de linhas e COERÊNCIA.
O cidadão está escrevendo acerca de escola e muda no meio da produção de texto para hamburger...
delimitar um assunto, é observá-lo , analisar todas suas vertentes e jamais fugir dele. Não esquecendo de RESPEITAR SEMPRE A QUANTIDADE DE LINHAS PEDIDAS....


Dúvidas, poste aqui e com carinho elucidarei.


http://simonnemachado.blogspot.com.br/


Professora  Psicopedagoga Simonne Machado

beijo-beijo

2º MB Módulo 529 : REVISÃO DE PERÍODO SIMPLES

É considerado período simples, aquele em que só aparece um verbo na oração:
Eu gosto de água. ( um verbo-gostar- portanto período simples)

http://simonnemachado.blogspot.com.br/


Professora  Psicopedagoga Simonne Machado

Beijo-beijo

2º MB Módulo 526 : ARGUMENTAÇÃO, EVIDÊNCIA E ANÁLISE

Anjos
Vamos lá juntos, ARGUMENTAÇÃO a própria palavra já está dizendo, para argumentar, você preisa apresentar JUSTIFICATIVAS, ( NÃO GOSTO DA COR MARROM, POIS A- CONSIDERO TRISTE, SENDO ASSIM, NÃO VOU USAR UM VESTIDO DESTA COR).
Observe que eu argumentei , porém justifiquei as razões.
Quando você me pede para ir ao banheiro toda hora e eu respondo "que não pois há alguém lá fora, é uma argumentação".
Argumentação é um dos fatos mais comuns em nosso dia-a-a dia, porém é claro, não percebemos.


EVIDÊNCIA, também como a palavra sugere, trata-se de algo inquestionável, EVIDENTE, constata um fato, não deixa margem à dúvidas : a soma de 2+ 2= 4, independente do meu humor, independente se eu concordo ou não, trata-se portanto de uma EVIDÊNCIA.


ANÁLISE: na é preciso observação, uma visão IMPARCIAL, em que se considere todos os ângulos, a para que sua  análise seja justa e COERENTE.


http://simonnemachado.blogspot.com.br/


Professora  Psicopedagoga Simonne Machado


Beijo-beijo

2MB Módulo 40 página 523 Índice de indeterminação do sujeito

A palavrinha "SE", é muito útil principalmente depois que aprendemos que não se pode realizar uma produção de texto, subjetivamente.( eu acho, na minha opinião, e os famosos discursos no final - Vamos mudar o Brasil...)
Uma das "armas " utilizadas para auxiliar é usar esta palavrinha mágica "se".
 Vamos a um exemplo bem prático a fim de auxiliá-los:
"Acredita-SE o que a política educacional , esteja precisando de uma reforma. Professores e estudantes não conseguem assimilar as razões pelas quais são guiadas tais políticas...."
Percebeu? Sua produção de texto não foi subjetiva, além de atender à norma culta: PRIORITARIAMENTE 3ª PESSOA!


Dúvidas, por favor podem postá-las e responderei com o maior carinho.


http://simonnemachado.blogspot.com.br/


Professora  Psicopedagoga Simonne Machado

Amados 2MB Módulo 38 página 520

Dissertação, esta aula já foi vista logo quando entrei, estética, delimitação do assunto e a julgar pelos resultados, me parece que a sala compreendeu.
Do contrário poste aqui sua dúvida e terei prazer em explicar.


Professora Simone Calixto


http://simonnemachado.blogspot.com.br/


Professora  Psicopedagoga Simonne Machado

Realismo X Naturalismo

essas características são de que tempos literarios:

a)objetividade
b)subjetividade
c)racionalismo
dclareza



Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta

Olá anjo,

Tais características acima são pertinentes ao realismo, o naturalismo segue uma linha mais crua, mais despojada, sem a preocupação de subjetividade ou objetividade.De bem e mal encontrada no Realismo, exemplos podem ser vistos nas obras de Machado de Assis e Eça de Queirós, dentre outros para os quais havia a preocupação de representar a dualidade humana entre o bem e o mal existentes dentro de nós.

Excelente Final de Semana!


Beijos e Muita Luz!

Se eu puder ajudar em mais alguma coisa, estou a sua disposição no endereço abaixo

Fonte(s):



http://simonnemachado.blogspot.com.br/


Professora  Psicopedagoga Simonne Machado
  • 0Avaliação: Resposta boa
  • 0Avaliação: resposta ruim
Avaliação do autor da pergunta:
5 de 5
Comentário do autor da pergunta:
.

Ajuda, sustentabilidade, o que é?(5 estrelas)!?

Ajuda, sustentabilidade, o que é?(5 estrelas)!?

Sustentabilidade:

* O que é?
* Por que e importante?
*Como chegar a sustentabilidade?
*De que formar pode ajudar a população?
--------------------------------------…
Agradeço :) 5 estrelas para kem melhor ajudar!


Melhor resposta - Escolhida por votação

Olá,

Sustentabilidade é utilizar todos os recursos disponíveis de modo a reaproveitar, (reciclagem), de modo que toda sociedade seja beneficiada, já que sendo o meio ambiente respeitado, a população ganha, ganha o trabalhador, ganha o empresário, enfim todos ganham.
Chega-se a sustentabilidade, tendo uma visão global dos serviços e sua utilidades, não apenas uma visão focada no lucro, uma vez que a proposta da sustentabilidade é que todos, numa parceria real, ganhem e desta forma, desta união advém o lucro a todos.

Bom saber que há pessoas preocupadas em participar desta proposta.

Bom domingo!

Se eu puder ajudar em mais alguma coisa , você me encontra no endereço abaixo;

Beijos e muita Luz!

Fonte(s):


http://simonnemachado.blogspot.com.br/

Professora  Psicopedagoga Simonne Machado

No ENEM o idioma estrangeiro de alternativa né? ,não tem que dissertar nada?

Melhor resposta - Escolhida pelo autor da pergunta

Olá, Xuxu

Todas as avaliações de Língua Estrangeira, Inglês, são feitas em sua grande maioria em Lingua Materna- Língua Portuguesa, não há dissertação.O que há é texto, pequeno, cujo as perguntas são em Língua materna, não se preocupe, perca seu medo: você vai arrasar.

Bom Final de Semana!


Beijos e Muita Luz!
Se eu puder ajudar em mais alguma coisa, estou a sua disposição no endereço abaixo

Fonte(s):


http://simonnemachado.blogspot.com.br/


Professora  Psicopedagoga Simonne Machado
  • 13 horas atrás
  • 0Avaliação: Resposta boa
  • 0Avaliação: resposta ruim
Avaliação do autor da pergunta:
5 de 5
Comentário do autor da pergunta:
Obrigada *-*

sábado, 4 de junho de 2011

Onomatopeia figura de linguagem

Onomatopeia (grego: ὄνομα: ónoma: „nome“, und ποίησις: poíēsis: aqui „criação, fabricação“, por isso ὀνοματοποιεῖν: onomatopoiein: "criar um nome", "fazer um nome" no sentido "afigurar um nome, afigurar um termo") é uma figura de linguagem na qual se reproduz um som com um fonema ou palavra. A forma adjetiva é onomatopaicoRuídosgritos, canto de animais, sons da natureza, barulho de máquinas, o timbre da voz humana fazem parte do universo das onomatopeias. Por exemplo, para os índios tupis tak e tatak significam dar estalo ou bater e tek é o som de algo quebrando. As onomatopeias, em geral, são de entendimento universal. Geralmente, as onomatopeias são usadas em histórias em quadrinhos, muitas dessas onomatopeias são derivadas de verbos da língua inglesa. Nos mangás, as onomatopeías ou giseigos 擬声語 (em japonêsgiseigo?)[ fazem parte da arte, no Brasil as editoras brasileiras deixam as onomatopeias ou em Hiragana e Katakana e no rodapé da página colocam legendas com a tradução.Nos EUA, a Shonen Jump

  • Ai! –dor ou grito
  • Hmm - pensamento
  • Ai, ai... –lamentação
  • Ah! – grito
  • Ha Ha Ha!– riso
  • Atchim! - espirro
  • Au! - latido
  • Bang! – tiro
  • Buáá! – choro
  • Clap! – palmas
  • Cof, Cof - Tosse
  • Grrr! – grunhido
  • Miau! – miado
  • Nhec – rangido
  • Oops! – espanto; medo; surpresa
  • Tic-tac! – relógio
  • Tchibum – mergulho
  • Zzz! – zumbido ou alguem dormindo
  • Splash – mergulho
  • Quack! – pato
  • Blin Blong! – campainha
  • Beep!
  • Muuu - mugir(boi, vaca, etc)
  • Arghn! / Urgh! – som de nojo ou repulsa.
  • crash! - batida
  • Au Au! - Cão latindo
  • Cócóricó - Galo cantando
  • Bii Bii - Buzina
  • Shhhh! - Silêncio

  • http://simonnemachado.blogspot.com.br/

  • Professora  Psicopedagoga Simonne Machado

expressão “um dos” seguido do pronome relativo “que

A expressão “um dos” seguido do pronome relativo “que” causa muitas dúvidas porque não se sabe se o verbo fica no singular ou plural.

A verdade é que devemos ficar atentos, pois o verbo pode ficar tanto em um quanto em outro número, ou seja, tanto no singular, quanto no plural.

O pronome relativo “que” retoma o antecedente e, por este motivo, alguns gramáticos não aceitam o verbo no singular, pelo motivo do precedente ser “dos” (de+os), o qual está no plural. Essa questão fica mais notória quando há um substantivo mediador: João era um dos jogadores que mais influenciaram positivamente o time. Observe que “jogadores” (substantivo) está no plural.

No entanto, a maioria dos estudiosos da língua apoia o seguinte pensamento: o que quero realçar na minha oração? O todo ou o sujeito em si?

Retomando como exemplo as orações iniciais, temos que:

1. Se minha intenção é dizer que Martinho Lutero foi um dentre outros que existiram, então falarei: Martinho Lutero foi um dos que lutaram para que houvesse mais paz.

2. Se meu objetivo é dar ênfase a Martinho Lutero, por achar que ele se destacou dentre todos, direi: Martinho Lutero foi um dos que lutou para que houvesse mais paz.

Veja que no plural inclui-se todos os que tinham a mesma meta de Martinho Lutero e se igualavam a ele. Entretanto, no singular, a referência passa a ser meu sujeito, houve  outros, mas “ele lutou”, diferentemente de qualquer um.

Observe outros exemplos:

a) A seda é um dos tecidos que mais vende no Brasil. (ênfase na seda)
b) Getúlio Vargas foi um dos que lutaram pelas causas trabalhistas. (ênfase no conjunto de pessoas)
c) Foi desfeita uma das maiores quadrilhas que lavava dinheiro. (ênfase na quadrilha que foi desfeita)
d) O nordeste é uma das regiões que mais sofrem com a estiagem. (ênfase na problemática da seca)
Veja mais!
A expressão “mais de um” e o verbo - Qual o certo: Mais de um aluno passou ou passaram no vestibular?

http://simonnemachado.blogspot.com.br/

Professora  Psicopedagoga Simonne Machado


Trabalhos acadêmicos: Normas da ABNT

Capa (obrigatório): nome do autor; título; subtítulo (se houver); número de volumes (quando houver mais de um); local da instituição onde será apresentado; ano de entrega.

    Folha de rosto (obrigatório): Anverso: a) nome do autor; b) título (deve ser claro, preciso e identificar o conteúdo do trabalho); c) subtítulo (se houver, deve evidenciar sua subordinação, através do sinal de dois pontos; d) número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada respectiva folha de rosto; e) natureza (dissetação, tese e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros), nome da instituição a que é submetido, área de concentração; f) nome do orientador e, se houver, do co-orientador; g) local da instituição e h) ano da entrega. Verso: Deve conter apenas a ficha catalográfica.

    Errata (opcional): deve ser logo em seguida da folha de rosto, se houver erro e, encartada ou avulsa acrescida ao trabalho depois de impresso. Ex.:

ERRATA


Folha LinhaOnde se lêLeia-se
323publiaçãopublicação

    Folha de aprovação (obrigatório): contém autor, título e subtítulo se houver, local e data de aprovação, nome, assinatura e instituição dos membros componentes da banca examinadora.

    Dedicatória (opcional): o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho.

Agradecimentos (opcional): àqueles que contribuíram de maneira relevante, ou mesmo instituições de fomento (Fapesp, Capes, CNPq etc.)

    Epígrafe (opcional): o Elemento opcional, traz a citação de um pensamento, que de certa forma serviu de base ao trabalho, seguida de seu autor.

    Resumo na língua vernácula (obrigatório): deve ser um texto claro e conciso, não apenas tópicos. Precisa ser objetivo para não passar de 500 palavras no máximo. E, logo em seguida, apresentar as palavras mais representativas do conteúdo do texto, ou seja as palavras-chave.

    Resumo em língua estrangeira (obrigatório): idêntico ao ítem anterior, apenas em língua estrangeira.

    Sumário (obrigatório): consiste na enumeração das principais divisões, seções e outras partes do trabalho, na mesma seqüência em que aparecem. Não tem o mesmo objetivo do índice.

    Lista de ilustrações (opcional): deve apresentar na mesma ordem em que aparece no texto. Recomenda-se uma lista para cada tipo de ilustração. Ex.: (quadros, gráficos, plantas etc.)

    Lista de abreviaturas e siglas (opcional): relação em ordem alfabética, seguida das palavras ou expressões correspondes grafadas por extenso. Recomenda-se uma lista para cada tipo.

    Lista de símbolos (opcional): deve apresentar na mesma ordem em que aparece no texto, com seu devido significado.
     Textuais
     Introdução: deve constar a delimitação do assunto tratado, objetivos da pesquisa e demais elementos necessários para situar o tema.

    Desenvolvimento: parte principal, contém a exposição ordenada e pormenorizada do assuntos, divide-se em seções e subseções. Varia em função da abordagem do tema e método.

    Conclusão: parte final, apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.
     Pós-textuais
    Referências (obrigatório): conjunto padronizado de informações retiradas do material informacional consultado.

    Apêndice (opcional): texto utilizado quando o autor pretende complementar sua argumentação. São identificados por letras maiúsculas e travessão, seguido do título. Ex.:
APÊNDICE A - Avaliação de células totais aos quatro dias de evolução

    Anexo (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor para comprovar ou ilustrar. São identificados por letras maiúsculas e travessão, seguido do título. Ex.:
ANEXO A - Representação gráfica de contagem de células

    Glossário (opcional): lista alfabética de expressões técnicas de uso restrito, utilizadas no texto e suas respectivas definições.
     Formas de Apresentação
     Formato: papel em branco, formato A4 (21,0 cm X 29,7 cm), digitados no anverso da folha. Recomenda-se a fonte tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para as citações longas e notas de rodapé.Margem: esquerda e superior de 3,0 cm e direita e inferior de 2,0 cm.

    Espacejamento: todo o texto deve ser digitado com 1,5 de entrelinhas. As citações longas, as notas, as referências e os resumos devem ser digitados em espaço simples. Os títulos das seções devem ser separados do texto que os sucede por uma entrelinha dupla ou dois espaços simples.

    Notas de rodapé: digitadas dentro da margem, ficam separadas com espaço simples de entrelinhas e um filete de 3,0 cm a partir da margem esquerda.

    Indicativo de seção: o indicativo numérico precede seu título, alinhado à esquerda, somente com o espaço de um caractere. Para os títulos sem indicação numérica, ficam centralizados.

    Paginação: a numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior da folham a 2,0 cm da borda superior, ficando o último algarismo da borda direita da folha. Se o trabalho tiver mais de um volume a seqüência deve ser mantida no volume seguinte, a partir do texto principal.

    Numeração progressiva: é utilizada para destacar o conteúdo do trabalho. Pode-se usar demais recursos existentes, como caixa alta, negrito etc.

    Citação: menção de uma informação extraída de outra fonte. Abreviaturas e siglas: quando aparecem pela primeira vez, deve-se colocar por extenso e a sigla entre parênteses.

    Equações e fórmulas: aparecem destacadas no texto, de forma a facilitar sua leitura. Na seqüência normal do texto, é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte por exemplo, expoentes, índices etc. Quando destacadas devem ser centralizadas. Quando fragmentadas, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição, subtração, multiplicação e divisão.

    Ilustrações: Figuras: elementos autônomos que explicam ou complementam o texto. Qualquer que seja seu tipo (gráfico, planta, fotografia etc.) deve ter sua identificação como "Figura" seguida de seu número de seqüência de ocorrência no texto em algarismos arábicos. A legenda deve ser breve e clara. Tabelas: de caráter demonstrativo, apresentam informações tratadas estatisticamente. O título aparece na parte superior, precedido da palavra "Tabela" seguida de seu número de seqüência de ocorrência no texto em algarismos arábicos. Para tabelas reproduzidas, é necessário a autorização do autor, mas não é preciso esta menção. Se não couber em uma única folha, deve ser continuada na folha seguinte e, nesse caso, não é delimitada por traço horizontal na parte inferior, sendo o título e o cabeçalho repetidos na nova folha. As separações horizontais e verticais para divisão dos títulos das colunas e para fechá-las na parte inferior, evitando separação entre linhas e colunas. Para os dois casos, sua inserção deve estar próxima ao texto respectivo.
NBR 10520:2001 Informação e documentação - Apresentação de citações em documentos
    Existem 04 definições para citação:
    Citação: menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte;
    Citação direta: transcrição textual do autor consultado;
    Citação indireta: transcrição livre do autor consultado;
    Citação de citação: transcrição direta ou indireta em que a consulta não tenha sido no trabalho original.
     Regras Gerais
    1- Quando o(s) autor(es) citado(s) estiver no corpo do texto a grafia deve ser em minúsculo, e quando estiver entre parênteses deve ser em maiúsculo.

    2- Devem ser especificadas, o ano de publicação, volume, tomo ou seção, se houver e a(s) página(s).

    3- A citação de até 03 linhas acompanha o corpo do texto e se destaca com dupla aspas. Exemplos:
Barbour (1971, v.21, p. 35) descreve "o estudo da morfologia dos terrenos"
"Não se mova, faça de conta que está morta" (CLARAC; BONNIN, 1985, p. 72)

    4- Para as citações com mais 03 linhas, deve-se fazer um recuo de 4,0 cm na margem esquerda, diminuindo a fonte e sem as aspas. Exemplo:
                        Devemos ser claros quanto ao fato de que toda conduta eticamente apropriada pode ser guiada por uma de                         duas máximas fundamentalmente e irreconciliavelmente diferentes: a conduta pode ser orientada para uma                         "ética das últimas finalidades", ou para uma "ética da responsabilidade". Isso não é dizer que uma ética das                         últimas finalidades seja idêntica à irresponsabilidade, ou que a ética de responsabilidade seja idêntica ao                         oportunismo sem princípios (WEBER, 1982, p.144).

    5- Para citações do mesmo autor com publicações em datas diferentes, e na mesma seqüência, deve-se separar as datas por vírgula. Exemplo:
(CRUZ, 1998, 1999, 2000)

    6- Nas citações que aparecerem na seqüência do texto podem ser referenciadas de maneira abreviada, em notas:
        - apud - citado por, conforme, segundo;
        - idem ou id - mesmo autor;
        - ibidem ou ibid - na mesma obra;
        - opus citatum, opere citato ou op. cit. - obra citada;
        - passim - aqui e ali (quando foram retirados de intervalos);
        - loco citato ou loc. Cit. - no lugar citado;
        - cf. - confira, confronte;
        - sequentia ou et seq. - seguinte ou que se segue.
Somente a expressão apud pode ser usada no decorrer do texto.

    7- Para a monografia, o autor deverá escolher qual o tipo de chamada usará:
        - Autor-data: quando a chamada para a citação é feita pelo sobrenome do autor e a data de publicação, ou
        - Numérico: quando a chamada é feita pelo número correspondente na lista de referências bibliográficas, previamente alfabetada.

Professora Simone Calixto ( UM trabalho bem apresentado representa 70% de sua nota, fique atento a isto)

http://simonnemachado.blogspot.com.br/


Professora  Psicopedagoga Simonne Machado

FONEMA

A palavra fonologia é formada pelos elementos gregos fono ( "som, voz") e log,logia ( "estudo", "conhecimento") . Significa literalmente " estudo dos sons" ou "estudo dos sons da voz".  O homem, ao falar, emite sons. Cada indivíduo tem uma maneira própria de realizar esses sons no ato da fala. Essas particularidades na pronúncia de cada falante são estudadas pela Fonética.
   Dá-se o nome de fonema ao menor elemento sonoro capaz de estabelecer uma distinção de significado entre as palavras. Observe, nos exemplos a seguir, os fonemas que marcam a distinção entre os pares de palavras:
amor - ator
morro - corro
vento - cento
   Cada segmento sonoro se refere a um dado da língua portuguesa que está em sua memória: a imagem acústica que você, como falante de português, guarda de cada um deles. É essa imagem acústica, esse referencial de padrão sonoro, que constitui o fonema. Os fonemas formam os significantes dos signos linguísticos. Geralmente, aparecem representados entre barras. Assim: /m/, /b/, /a/, /v/, etc.
Fonema e Letra
1) O fonema não deve ser confundido com a letra. Na língua escrita, representamos os fonemas por meio de sinais chamados letras. Portanto, letra é a representação gráfica do fonema. Na palavra sapo, por exemplo, a letra srepresenta o fonema /s/ (lê-se sê); já na palavra brasa, a letra representa o fonema /z/ (lê-se ).
2) Às vezes, o mesmo fonema pode ser representado por mais de uma letra do alfabeto. É o caso do fonema /z/, que pode ser representado pelas letras z, s, x:
Exemplos:
    zebra casamento exílio
3) Em alguns casos, a mesma letra pode representar mais de um fonema. A letrax, por exemplo, pode representar:
    - o fonema : texto - o fonema :  exibir - o fonema chê: enxame - o grupo de sons ks: táxi
4) O número de letras nem sempre coincide com o número de fonemas.
Exemplos:
tóxicofonemas:/t/ó/k/s/i/c/o/letras:t ó x i c o
1 2 3 4 5 6 71 2 3 4 5 6
galhofonemas:/g/a/lh/o/letras:g a  l h o
1 2  3  41 2 3 4 5
5) As letras m e n, em determinadas palavras, não representam fonemas.Observe os exemplos:
    compra conta
Nessas palavras, m e n indicam a nasalização das vogais que as antecedem.
Veja ainda:
    nave: o /n/ é um fonema; dança: o não é um fonema; o fonema é /ã/, representado na escrita pelas letras a e n.
6) A letra h, ao iniciar uma palavra, não representa fonema.
Exemplos:

    hojefonemas:ho / j / e /letras:h o j e
    1   2   31 2 3 4
    http://simonnemachado.blogspot.com.br/

    Professora  Psicopedagoga Simonne Machado

Seja Bem Vindo

EDUCAÇÃO, INFORMAÇÕES,ATUALIDADES, DICAS,TECNOLOGIA: SUAS DIFICULDADES , NOVIDADES E SISTEMAS DE SEGURANÇA DIGITAIS,INTERNET,REDES SOCIAIS, COMPUTADORES SOFTWARES ÚTEIS e MUITA, MUITA LÍNGUA MATERNA
Espero sinceramente ser útil a você.

Muita Luz e Paz!

Professora Simone Calixto